Com muitos km rodados de moto e atual proprietário de uma hayabusa 2007, achei conveniente adquirir uma moto 125cc para o dia a dia e optei por continuar na marca suzuki.
Sempre com a mania de comprar moto em outra cidade (para ter motivo de voltar rodando), consegui uma boa proposta na autorizada Suzuki de Tangará da Serra, em Mato Grosso, onde fui muito bem atendido via skype.
Fechei o negócio dia 17 e confirmei a retirada da moto para o dia 20 de junho, chegando na loja por volta do meio dia. A moto já estava pronta e com a documentação ok, foi só assinar, guardar os manuais e receber as informações técnicas.
Acostumado a andar de Hayabusa, já nos primeiros metros de Yes pensei: “Será que vai dar certo rodar 250km até Cuiabá com essa moto?” A diferença é gritante, mas logo me acostumei. Parei em um posto e completei o tanque com gasolina aditivada, conforme recomendação da concessionária, e já começei a gostar mais da moto quando ví o valor na bomba de gasolina. Saindo de Tangará por volta das 13 horas, com idéia de parar em Barra do Bugres pra comer um peixe frito na beira do rio.
Nesses primeiros 120km, consegui um teste bem completo da moto, trafegando por serra, estrada ruim de pista simples, e até uma parte de terra. Mesmo sem ter como comparar com outra 125cc, a moto me surpreendeu. Banco confortável, painel bem completo com marcador de combustível, marcha e RPM, rodas em liga leve, pneu sem câmara e até um pequeno suporte para bagagem na traseira.
Senti um certo medo, pois o fluxo de carretas é muito grande em nossas estradas, e a moto balança muito ao cruzar com uma delas. Na estrada de Tangará até Cuiabá é comum encontrar araras, cobras, tamanduá e tatu. Pena que somente as araras conseguem escapar dos atropelamentos.
Cheguei na porta da minha casa em Cuiabá as 17hs05, com o odômetro marcando 250km e o marcador de combustível com pouco menos de meio tanque, o que significa que deve ter feito uma média de consumo em torno de 38 a 40km/l, me deixando mais contente ainda com a nova compra (lembrando que procurei andar em uma velocidade de 75 a 80km/h). Para ficar mais tranquilo, resolvi fazer um seguro e consegui uma proposta no valor justo de R$570,00.
É difícil escolher entre a emoção única de pilotar a mais de 200km/h ou a economia. Eu adoro a velocidade da Hayabusa, mas o bolso se sentiu muito melhor em cima de uma 125cc. Um abraço à todos, e até a próxima.
O “motonauta” Vinicius Rezende participou do Moto Repórter, canal de jornalismo participativo do MOTO.com.br. Para mandar sua notícia, clique aqui.
(fonte:
Vinicius Rezende - Moto Repórter
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José Hélio venceu a quarta consecutiva
O paulista superou os obstáculos e terminou a prova válida pela quarta etapa com 5h13min56s. Com o resultado, José Hélio soma a quarta vitória consecutiva e amplia vantagem na liderança da prova. O piloto com 39 minutos de vantagem para o segundo colocado, Denisio do Nascimento, na categoria motos.
“Hoje (sábado) foi uma especial muito longa e com todos os tipos de dificuldades. Tivemos trechos de alta velocidade e com uma descida maravilhosa, porém muito difícil, mas ao mesmo tempo prazerosa”, descreveu o piloto. Apesar das dificuldades do percurso, José Hélio terminou a etapa sem problemas. “Foi uma especial 100% e muito segura”, concluiu.
José Hélio compete com uma motocicleta Honda CRF 450X. “A moto está ótima, se comportando muito bem nas trilhas. Fazemos apenas a manutenção preventiva ao final do dia”, elogiou.
Hoje, o rali chega ao Estado da Bahia, com a quinta etapa, entre as cidades de Palmas (TO) e Luís Eduardo Magalhães (BA) - serão 538 quilômetros, sendo 300 de especial. “Amanhã a prova vai ser de muita velocidade, mas acredito que não tão difícil quanto hoje”, destacou.
A edição 2009 do Rally dos Sertões, que está sendo disputada por 116 veículos, entre eles 55 motos, 47 carros, sete caminhões e sete quadriciclos, inclui 5.056 quilômetros, sendo 2.605 de trechos especiais.
(fonte:
Equipe MOTO.com.br
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