Nesta terça feira, dia dois de fevereiro, a Yamaha Motor do Brasil convidou jornalistas de todo o país para apresentar três novos modelos de sua linha 2011: a Crypton 115cc nas versões ED (com partida
elétrica) e K; a YS Fazer 250; e o modelo XJ6 em duas versões, a semi-carenada (F) e a naked (N).
Começando por baixo
O modelo 2011 da Yamaha Crypton marca a volta desta CUB de baixa cilindrada ao mercado brasileiro depois de cinco anos fora das concessionárias, mas como se espera, com várias modificações. As mudanças
começam pela capacidade do motor, que aumentou 10cc desde o último modelo fabricado em 2004.
Com foco nas classes C e D, a CUB da marca japonesa chega ao mercado num preço um pouco inferior a sua concorrente direta. A versão K terá valor sugerido de R$ 4.550,00 e chega nas concessionárias no final
de fevereiro, enquanto a versão ED, com preço sugerido de R$ 5.200,00, chega no final de março.
O grande lançamento
A nova Yamaha YS Fazer 250 modelo 2011 chega para tentar solucionar um problema que se agravou com a chegada da concorrente Honda CB 300R: o desenho ultrapassado que acompanha o modelo desde seu lançamento
em 2005.
Com pequenas modificações em seu design, a nova Fazer 250 se inspira no desenho dos modelos mais esportivos da marca dos diapasões. Ganhou um novo painel de instrumentos, com visor de cristal líquido, rabeta
ascendente com lanterna triangular em LEDs (muito parecida com a da superesportiva YZF-R1). A moto adotou nova alça para a garupa e rodas de liga leve com desenho mais moderno e, diga-se, mais bonito.
O novo modelo manteve o mesmo motor e conjunto equilibrado das versões anteriores, mas com duas grandes diferenças, que segundo a empresa, faziam falta ao consumidor: freio a disco na roda traseira e uma
lâmpada do farol mais potente, de 60 watts.
A nova Fazer 250 é perfeita para encarar o trânsito das grandes metrópoles, principalmente por conta da economia, do conforto e da agilidade. A nipônica também pode encarar viagens curtas, já que o banco em
dois níveis, com novo revestimento, garante o máximo de conforto.
No conjunto de suspensões, garfo telescópico convencional, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira. Ambas com 120 mm de curso. Porém, na versão 2011, a Fazer ganhou novo link com rolete entre o
amortecedor e a balança traseira. Segundo a marca, para deixar o conjunto mais macio e estável.
O câmbio de cinco velocidades continua oferecendo engates rápidos e bastante precisos. Não houve mudanças nas relações de marcha e nem da transmissão final.
A motocicleta chega às concessionárias até o fim de fevereiro, com um preço público sugerido de R$ 10.950,00, nas cores preta, vermelha e roxa.
A substituta da FZ6
A XJ6 foi apresentada pela primeira vez no Intermot 2008, o Salão de Motos de Colônia, (ALM), com a proposta de ser uma moto de quatro cilindros em linha de fácil pilotagem. Ela apareceu como uma opção mais
tranquila da FZ6, que foi aposentada na Europa e agora também em solo nacional. A nova XJ6 tem como lema a facilidade de condução e conforto, com uma certa dose de esportividade.
Com um design mais atual que a extinta FZ6, a XJ6 herda lembranças de sua antecessora, como farol e painel. Seu motor de 600cc, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, gera 77,5 cavalos de potência a
10.000rpm. Com um torque de 6,1 kgf.m a 8.500, a moto apresenta mais resposta em rotações mais baixas, ou seja, ótima para quem procura agilidade com muita potência dentro das grandes cidades.
O novo modelo tem quadro tubular em aço bastante compacto, e traz o motor como parte integrante (tipo diamante). O escapamento embaixo da motocicleta favorece o centro de gravidade, um dos segredos para a
ótima maneabilidade desta moto.
A versão naked, a XJ6N, tem um apelo mais esportivo, com uma posição de pilotagem mais agressiva que sua irmã mais “cheinha”, a XJ6F, e chega nas concessionárias em março nas cores branca e preta, com preço
sugerido de R$ 27.500. A versão “F”, que significa Full, traz carenagem integral e cavalete centra, itens importantes para quem quer uma moto para viagens. Somente na cor preta, esta versão também chega ao
mercado em março com preço sugerido de R$ 30, 500.
(fonte:
Equipe MOTO.com.br Roberto Brandão Filho
)
Valentino Rossi começa o ano no top
O nove vezes campeão mundial de motovelocidade, Valentino Rossi, já começou o ano de 2010 no topo. No primeiro dia oficial de testes pré temporada, ontem, em Sepang, na Malásia, o piloto italiano andou 0s491
mais rápido que o segundo colocado.
O piloto da Yamaha foi o mais rápido durante quase o dia inteiro, marcando sua melhor volta de 2min01s411 na décima quinta volta, de um total de cinqüenta e quatro54.
“O dia de hoje foi muito importante porque neste ano, teremos apenas seis dias de testes para podermos acertar a moto, por isso não podemos perder tempo”, disse Rossi.
“Este primeiro dia foi muito positivo, nós experimentamos a nova moto para 2010, com chassis diferentes e um novo motor, que aguenta alguns quilômetros a mais, e ela é bem rápida”, acrescentou.
“A Yamaha trabalhou muito bem durante o inverno. Agora nós precisamos de algum tempo para ajustar os eletrônicos. Isso foi apenas o começo, mas parece que já está tudo acertado”, completou “The Doctor”
O rival mais próximo de Rossi foi o campeão do mundo em 2007, Casey Stoner, que ficou no topo da tabela nos estágios inicias, em sua décima segunda volta.
O terceiro mais rápido do dia foi o piloto da equipe satélite Tech 3 Yamaha, Colin Edwards, que afirmou ter adorado a nova edição da YZR-M1, com a qual ele rodou apenas 0s03 mais lento que Stoner, e 0s170
mais rápido que a Suzuki de Loris Capirossi.
Na quinta colocação e o último piloto dentro da casa de segundos de Rossi ficou o companheiro de equipe do italiano e vice-campeão mundial de 2009, Jorge Lorenzo.
Andrea Dovizioso foi o melhor piloto Honda com o sexto melhor tempo, enquanto Nicky Hayden (Ducati Marlboro), Daniel Pedrosa (Repsol Honda) e Mika Kallio (Pramac Ducati) ocuparam da sétima a nona colocação.
Hector Barbera surpreendeu sendo o novato mais rápido, fechando os dez melhores. O espanhol conduziu sua Aspar Ducati pelo circuito de Sepang apenas 1s6 mais lento que Rossi.
A quinta feira foi um dia quente e úmido em Sempang, com a chuva finalmente chegando cerca de 20 minutos antes do término dos testes, que continuam hoje, na sexta feira.
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