Grupo RL

Notícias na General Osório

Listando: 6 à 10 de 1183
HONDA NXR 160 BROS SE, COM VISUAL CRF, CHEGA ÀS CONCESSIONÁRIAS

Fabricante confirma data de chegada de edição especial da trail, revelada às vésperas do Salão Duas Rodas 2019

A Honda anunciou nesta sexta-feira (28) a chegada da NXR 160 Bros Special Edition às concessionárias da marca: os interessados na edição especial da trail de entrada da fabricante poderão comprar e levar o modelo a partir de março.

A linha Special Edition foi apresentada pela fabricante às vésperas do Salão Duas Rodas 2019. XRE 190 SE e CB250F Twister SE já estão no mercado, com a 160 Bros SE chegando agora e completando a família.

Os grafismos da NXR 160 Bros SE foram desenvolvidos pelo grupo de designers do Honda Research Brasil (HRB), que se inspiraram na família CRF - as motos de competição off-road da fabricante - para criar a edição especial da trail de entrada da marca japonesa. A cor vermelha, portanto, predomina no modelo - o assento, que também é vermelho, lembra as XL e XLX da segunda metade dos anos 1980.

Na parte técnica, no entanto, não há alterações. O motor segue sendo o monocilíndrico bicombustível de 162,7 cm³ de cilindrada, que desenvolve potência máxima de 14,5 cv a 8.500 giros e torque máximo de 1,46 kgf.m a 5.500 giros quando abastecida com gasolina e 14,7 cv a 8.500 rotações por minuto e 1,60 kgf.m a 5.500 rotações por minuto quando abastecida com etanol.

O conjunto de suspensão é formado por garfo convencional com curso de 180 mm na dianteira e balança monoamortecida com curso de 150 mm na traseira. Os freios são a disco nas duas rodas e o modelo utiliza o sistema de freios combinados, que aciona parcialmente o freio dianteiro quando o piloto aciona o freio traseiro.

A partir de março, portanto, os interessados podem adquirir a Honda NXR 160 Bros SE nas concessionárias da marca. O preço sugerido para o modelo (base São Paulo, sem frete) é de R$ 13.160, acréscimo de R$ 300 em relação ao modelo standard.

NOVO MODELO DE PLACA PASSA A SER DISPONIBILIZADO EM TODO O PAÍS

Com quatro letras e três números, modelo permite mais de 450 milhões de combinações

Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal já podem emplacar veículos com os novos modelos de placa, que seguem o padrão Mercosul. A princípio, a nova placa é obrigatória no primeiro emplacamento, quando houver mudança de município ou estado e caso o proprietário precise de uma placa nova devido a roubo, furto, extravio ou dano da placa antiga.

“O novo modelo corrige equívocos da antiga placa Mercosul, diminui o custo e garante mais segurança. Nós eliminamos todos os elementos da placa que a encareciam. Tiramos o chip e os elementos gráficos patenteados e, principalmente, abrimos para vários estampadores”, disse Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura.


A placa que segue o padrão Mercosul traz um item de segurança que não existe nas placas do modelo cinza, com três letras e quatro números. Trata-se do QR Code, que permite à fiscalização ler o código e acessar um número que é como um CPF da placa. O processo dificulta a clonagem e falsificação de placas.

Além disso, o novo modelo, com quatro letras e três números, permite mais de 450 milhões de combinações. O Governo federal não estipulou preço único para a nova placa, então é possível existir variação de preços de estado para estado - fica a cargo dos Detrans de cada estado e do Distrito Federal o credenciamento de empresas que vão produzir e fornecer as placas.

HARLEY-DAVIDSON DEVE RELANÇAR SOFTAIL STANDARD, SEGUNDO DOCUMENTO

Documento registrado na Califórnia mostra que possível reedição do modelo foi aprovada quanto à emissão de poluentes

De acordo com um documento registrado no CARB (California Air Resources Board), órgão regulador do nível de emissões de poluentes no estado norte-americano, a Softail Standard está na lista de motos da Harley-Davidson aprovadas e liberadas para circular nas ruas.

A Softail Standard foi lançada pela primeira vez em 1984, permanecendo no lineup da marca até 1990. A segunda geração surgiu em 1999 e durou até 2007, com a versão que aparece na foto que ilustra este texto.

De acordo com o documento, o motor que vai equipar a Softail Standard é o Milwaukee-Eight 107. Na primeira geração, o modelo era impulsionado por um propulsor Evolution, enquanto na segunda geração a moto recebeu um Twin Cam.

Ainda não se sabe quando e se de fato a Softail Standard será relançada. Se a Harley-Davidson seguir o que fez nos dois últimos anos com a família Softail, adicionando a FXDR 114 para a linha 2019 e a Low Rider S para a linha 2020, é provável que a Softail Standard seja a novidade da família para 2021.

KAWASAKI Z400 É EVOLUÇÃO NA ENTRADA DA FAMÍLIA NAKED DA FABRICANTE

Modelo compartilha não somente plataforma com a Ninja 400, mas também os pontos positivos; confira as primeiras impressões sobre a motocicleta

Anunciada no Brasil no final de julho, a Kawasaki Z400 chegou às concessionárias da marca na segunda quinzena de agosto. Uma das novidades aguardadas para este ano, a naked é a aposta da Kawasaki para brigar pelas vendas no segmento com a Yamaha MT-03.

Durante o Festival Duas Rodas, realizado entre 29 de agosto e 1º de setembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, a fabricante realizou a apresentação oficial da naked que passa a ser a porta de entrada da família Z, substituindo a Z300 – ainda há unidades zero quilômetro da Z300 nas concessionárias, mas a moto já não é mais produzida.

Tomando como base a plataforma da Ninja 400, que chegou ao Brasil no ano passado, a Z400 traz melhorias em desempenho e segurança, além de estar mais leve (167 contra 170 quilos da Z300). No primeiro dia de Festival o MOTO.com.br teve a oportunidade de acelerar a Z400 em Interlagos e traz as primeiras impressões sobre a nova naked.

VELOZ E ÁGIL
No ambiente mais apropriado para ver do que a Z400 é capaz, saímos dos boxes de Interlagos para percorrer algumas voltas no traçado de 4.309 metros – levemente modificado para a realização do festival com a colocação de cones para criar chicanes nos pontos de maior velocidade e a utilização da já existente chicane na curva do Café, um dos trechos mais perigosos do traçado.

Pneus aquecidos e ambientação com a pista feita, chegou a hora de acelerar. Tendo as voltas com a Ninja 400 no circuito do Haras Tuiuti no lançamento da esportiva como base, esperava-se uma moto bastante ágil e com um motor que apresenta desempenho suficiente para velocidades significativamente superiores aos 120 km/h permitidos como velocidade máxima nas rodovias brasileiras.

As expectativas se confirmam após as primeiras voltas no tradicional traçado paulistano. Os bons 48 cv de potência a 10 mil giros e 3,9 kgf.m a 8 mil giros do bicilíndrico de 399 cm³ são suficientes para permitir uma condução divertida em Interlagos, que tem a maior prova de fogo para o conjunto na subida da reta dos boxes. Mesmo utilizando a chicane na Curva do Café, o velocímetro marca mais de 170 km/h antes da freada para o S do Senna com boa margem de segurança.

No trecho mais travado, que começa na forte freada depois do Laranjinha e vai até o modificado Bico de Pato – a organização do Festival não utilizou o traçado original no trecho, também pensando na segurança. As mudanças de direção são feitas sem muito esforço e a Z400 passa confiança nas curvas, permitindo ao piloto carregar boa velocidade no contorno delas.

Nas freadas, o disco dianteiro semi-flutuante de 310 mm dá conta do recado e permite reduzir a velocidade da Z400 com segurança. O conjunto de suspensão, formado por garfo convencional na dianteira e a balança monoamortecida com ajuste de pré-carga de mola, tem um acerto intermediário entre esportividade e conforto, o que deve agradar ao público-alvo da motocicleta.

As trocas de marcha, assim como na Ninja 400, são suaves. Ponto para a embreagem assistida e deslizante, que torna o acionamento do manete mais leve – quando se pensa no uso urbano e diário da moto, o menor esforço nas constantes trocas de marcha pode ser uma vantagem a longo prazo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como o teste foi realizado na pista e completamos poucas voltas, o consumo de combustível não foi aferido. Se a Z400 seguir o ritmo da Ninja 400, a média deve ficar na faixa de 22 km/l na cidade e

26 km/l em rodovia – lembrando sempre que muitos fatores influenciam na média, como o modo como o piloto conduz a moto e o peso do motociclista.

O preço sugerido da Kawasaki Z400 é de R$ 22.990, um pouco acima da principal rival, a Yamaha MT-03, que tem preço sugerido de R$ 22.290. A moto da Yamaha, porém, é menos potente e tem menos torque

(42 cv a 10.750 giros e 3,01 kgf.m a 9 mil giros).

A Kawasaki Z400 tem a missão de elevar as vendas da fabricante no segmento – a meta da marca é que o modelo seja um dos mais comercializados entre as motos naked. Só o tempo dirá se a moto será

capaz de incomodar a MT-03, que hoje abocanha mais de 32% das vendas, segundo os números da Fenabrave, mas o potencial existe.



Ficha técnica Kawasaki Z400:
DIMENSÕES

Comprimento total

1.990 mm

Largura total

800 mm

Altura total

1.055 mm

Distância entreeixos

1.370 mm

Altura do solo

145 mm

Altura do assento

785 mm

Peso (ordem de marcha)

167 kg

Capacidade do tanque

14 litros

PERFORMANCE

Potência máxima

48 cv / 10.000 rpm

Torque máximo

{3.9 kgf.m} / 8.000 rpm


MOTOR

Tipo

Bicilíndrico, DOHC, 4 válvulas

Diâmetro x curso

70,0 x 51,8 mm

Deslocamento

399 cm3

Taxa de compressão

11,5:1

Alimentação

Injeção eletrônica (32 mm x 2)


TRANSMISSÃO

Transmissão final

Corrente

Número de marchas

6 velocidades

Relação de marcha: 1ª

2,929 (41/14)



2,056 (37/18)



1,619 (34/21)



1,333 (32/24)



1,154 (30/26)



1.037 (28/27)

Relação de redução primária

2.219 (71/32)

Relação de redução final

2.929 (41/14)



CHASSI



Tipo

Treliça, aço de alta resistência

Suspensão: Dianteira

Garfo telescópico de 41 mm


Traseira

Amortecedor a gás com ajuste de pré-carga da mola e atuação por link


120 mm

Curso: Dianteira

130 mm

Traseira

24,5°

Cáster

92 mm

Trail

35°/35°

Ângulo de esterçamento (esq./dir.)

110/70R17 M/C 54H

Pneus: Dianteiro

150/60R17 M/C 66H

Traseiro

Disco semi-flutuante de 310 mm

Freios: Dianteiro

Pinça de dois pistões


Traseiro

Disco de 220 mm

Pinça de dois pistões

YAMAHA CRIA MOTOR ELÉTRICO QUE PODE ALCANÇAR 273 CV DE POTÊNCIA

Propulsor foi desenvolvido para uso em automóveis e "outros tipos de veículos", segundo a fabricante

A Yamaha anunciou no início deste mês a abertura de pedidos para um motor elétrico. A fabricante japonesa diz que o propulsor foi desenvolvido para automóveis - o projeto vinha sendo testado em um carro da Alfa Romeo - e para "outros tipos de veículos".

Há uma variedade de versões que podem ser encomendadas e elas se diferem pela potência que entregam. Segundo a Yamaha, a potência pode variar entre 35kW e 200kW dependendo do que o comprador deseja.

Convertendo para a unidade de potência utilizada em motores à combustão, os interessados podem encomendar um motor de no mínimo 47 cv e de no máximo 273 cv.

Ainda de acordo com a Yamaha, cada encomenda será customizada de acordo com as necessidades do comprador. O projeto é parte da estratégia de negócios da marca, que ganhou o nome "Transforming Mobility" (Transformando a mobilidade).

Se esse trabalho pode culminar em breve em uma moto de rua elétrica da fabricante japonesa, somente o tempo dirá - no passado, a fabricante já exibiu alguns modelos elétricos, incluindo uma moto elétrica para o trial, mas nenhum produto para as ruas.

Enquanto isso, confira o vídeo oficial do motor elétrico desenvolvido pela Yamaha:


Listando: 10 de 1183

Anuncie

Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.