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MV AGUSTA REVELA AS NOVAS CORES DA SUPERVELOCE 800

Marca italiana ouviu seu público para lançar dois conjuntos de cores para sua neo-classic racer. Um deles remonta seu ilustre passado nas corridas

A lendária marca do slogan "Art Motorcycle" revelou esta semana as novas cores e desing final da neo-retrô Superveloce 800, que volta a ser produzida após desbloqueio das fábricas na Itália.

Segundo a MV Agusta, as cores do novo modelo que é um sucesso em vendas, foram definidas pelos seus mais importantes críticos, os próprios fãs da marca. Desta forma, dois conjuntos de cores saíram das pranchetas do departamento de design em Varese, sendo que um deles remonta o ilustre passado da MV nas corridas, com 37 títulos mundiais.

Entre as opções, a primeira apresenta as cores “Rosso Ago” e “Argento Ago”, um esquema clássico de cores que fazem alusão às primeiras motos da marca nas conquistas de Giacomo Agostini no Mundial de Motovelocidade. Para os que preferem uma aparência mais sombria e discreta, a segunda opção está na cores “Nero Carbon Metallizzato" e "Grigio Scuro Metallizzato”.

“Após a apresentação da Superveloce 800 em Milão, recebemos o feedback do público e importadores então decidimos criar dois esquemas de cores, ambos com o chassi dourado, que acentuam o tema neo-retro, destacando o estilo e os valores da nossa marca ", destaca Adrian Morton, diretor de design do Centro de Pesquisa da MV Agusta.

Na parte técnica, a Superveloce conta com o motor de três cilindros em linha com 798 cc derivado da F3, que gera até 150,7 cv a 13 mil rpm e 9,97 kgf.m a 10,6 mil rpm de torque, e, segundo a fabricante, a velocidade máxima é de 240 km/h.

O pacote eletrônico é o sofisticado MVICS 2.0, que oferece três mapas de potência e quatro modos de pilotagem, oito controles de tração, freio-motor e quickshifter up-down. O painel é TFT-LCD com coneção bluetooch. O conjunto óptico é em LED, com lâmpada amarela. Na dianteira garfos Marzocchi na cor preta, e na traseira um amortecedor Sachs completam a suspensão, enquanto os freios contam com pinças Brembo M4.34.

Uma cor presente nos dois modelos é o dourado nas rodas e parte dianteira do chassi confeccionado em treliça, que completa o desing que remete as motos do passado. O preço anunciado pela fabricante na Itália é de 19,9 mil euros, que convertido em nossa moeda representa cerca de R$ 126.800. Há também a "Serie Oro" limitada em 300 unidades, ainda mais exclusiva, sofisticada e cara por 24.190 euros. Ambas mesclam características clássicas e modernas no melhor estilo italiano e neo-retrô, que para muitos fãs são como obras de arte criadas pela MV - Meccanica Verghera.

UMA SCRAMBLER DO FUTURO!

Aluno de design de faculdade californiana, vence concurso e ganha prêmio de estágio no Ducati Design Center, na Itália

Quando o assunto é design a Ducati é uma referência no setor. Há três meses, na ocasião da apresentação da nova Scrambler 1100 PRO, a marca italiana deu início ao concurso destinado aos estudantes do ArtCenter College of Design em Pasadena, na Califórnia, cuja a proposta era projetar uma Scrambler do futuro.

Peter Harkins foi o vencedor do concurso promovido pela Ducati em parceria com a ArtCenter, quando no total foram apresentados 10 projetos diferentes. Muitos estudantes optaram por uma versão elétrica da Ducati Scrambler, mais ligada à mobilidade urbana, enquanto outros apresentaram modelos mais completos, ou seja, mais versáteis e adequados para muitas situações diferentes de uso.

Segundo a fabricante, o projeto vencedor seguiu esta última linha de conceito que apresenta o verdadeiro espírito da marca.

Todos os projetos foram submetidos e avaliados por Jeremy Faraud, Designer, e Andrea Ferraresi, Diretora do Ducati Design Center, em conjunto com a unidade branding Scrambler da Ducati, que julgaram os trabalhos dos alunos com base em sua visão de futuro, na apresentação do projeto, na qualidade dos desenhos técnicos e, claro, de seu estilo de design.

"A colaboração com o ArtCenter College de Pasadena deu origem a uma interessante experiência de intercâmbio com estudantes de diferentes formações culturais e acadêmicas, que reinterpretaram nossa Scrambler de maneira criativa e com pontos de vista muito peculiares", disse Andrea Ferraresi, Diretor do Centro de Design. "Peter Harkins foi o melhor em transformar o resumo de um projeto que se mostrou particularmente completo no estudo das proporções e no desenvolvimento dos detalhes. A reinterpretação propôs inspiração nos valores da marca e mantém os cânones estilísticos típicos da Ducati Scrambler, como leveza, simplicidade de linhas e o farol caracterizado pelo inconfundível X, agora reconhecido como a assinatura da motocicleta", completou.

Peter Harkins: "Sou muito grato a Ducati e ao ArtCenter, fiquei extremamente entusiasmado em trabalhar ao lado de um grupo tão talentoso de designers da Ducati e ansioso por aprender novas técnicas e habilidades. Obrigado aos meus colegas de classe que me pressionaram a fazer melhor e ao nosso professor, Alex Earle, por nos inspirar. Este é um sonho que se tornou realidade!"

VEM AÍ A 1ª CORRIDA VIRTUAL DA YAMAHA R3 ESPORT CUP

Nesta quarta-feira, 13, nove pilotos se enfrentarão virtualmente pelo YouTube

Como segurar a fome e a vontade pelas disputas e competições? A solução para muitos é o PlayStation, e vários mergulharam de cabeça no mundo das corridas virtuais. No universo da MotoGP, nos últimos meses já foram realizadas três provas virtuais com pilotos da principal categoria mundial e transmissão ao vivo pelas plataformas digitais e emissoras de TV.

No Brasil, não poderia ser diferente. Na ausência de provas reais, a Yamaha realizará na quarta-feira, 13, a primeira corrida virtual com os pilotos da Yamalube R3 Cup, a categoria que tem revelado nos últimos anos o maior número de jovens pilotos no país.

A narração ficará a cargo do Celso Miranda, experiente profissional que conhece tudo do esporte a motor. Pilotando seus PS4, os pilotos João Arratia, Turquinho Jr, Facundo Llambias, Kaká Fumaça, Meikon Kawakami, Ton Kawakami, Guilherme Brito, Eduardo Burr e João Bala vão lutar pela vitória na 1ª Corrida Virtual da Yamaha R3 eSport Cup, assim como fazem nas corridas reais.

Aguardando a volta das competições para poder acelerar a sua R3, Ton Kawakami está empolgado para a corrida, enquanto vem correndo contra o tempo pra pegar ritmo. “Faz só duas semanas que voltei a jogar, tinha muito tempo que não jogava. No começo, estava tomando sete segundos por volta. Venho melhorando pouco a pouco, mas ainda falta muito. São muitos detalhes, como fazer a escolha certa da
relação da moto, regular bem a suspensão”, explicou o piloto oficial da Yamaha Racing Brasil, que disputa o mundial de Superbike na categoria Supersport 300.

Kawakami diz também que mais que a rivalidade, o que prevalece é a amizade entre a turma. “Espero me divertir bastante na corrida, que é o mais importante. Apesar de toda a rivalidade, o principal é a diversão com essa turma, rola muita amizade, então acho que vai ser muito legal”, finalizou o piloto.

Quem comemora a chance de participar de uma corrida virtual é o atual campeão da Yamalube R3 Cup, Humberto Turquinho Jr, que não esconde que sempre teve vontade de disputar corridas virtuais.

“Sempre joguei muito o MotoGP, jogava o 17 até pouco tempo, peguei o 19 faz cinco meses e me dei muito bem com o jogo. Acho que jogo muito bem e pratico muito. Espero levar a vitória nessa corrida virtual e fazer um espetáculo pra galera que estiver acompanhando. Vai ser algo muito especial pra mim, porque sempre pensei em corridas virtuais, mas nunca tive a oportunidade de competir. Muito legal a Yamaha nos proporcionar isso, não só pra mim, mas pros outros pilotos também”.

Imperdível, a transmissão da corrida será no canal da Yamaha Racing Brasil no YouTube, às 21h de quarta-feira. O traçado escolhido é o Circuito Internacional de Mugello, com 5.245 metros.

MOTO HONDA DA AMAZÔNIA PRORROGA SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES

Como medida de enfrentamento à pandemia da covid-19, Honda adia retorno das atividades produtivas de sua unidade fabril em Manaus (AM)

Devido ao impacto da pandemia da covid-19, em nota divulgada hoje, terça-feira (28), a Moto Honda anunciou que a nova decisão prioriza a saúde e segurança das pessoas e está alinhada às iniciativas para conter a disseminação do novo coronavírus no município de Manaus, que enfrenta sobrecarga no sistema de saúde.

A retomada da produção, anteriormente prevista para 04 de maio, foi prorrogada para 18 de maio. A operação será reiniciada gradualmente com a adoção de protocolos adicionais de segurança e visa conciliar o cuidado com a saúde e a necessidade de atendimento à demanda atual do mercado de motocicletas.

Em acordo coletivo, firmado com o Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus, com base na Medida Provisória 936/2020, foi estabelecido que a maior parte dos colaboradores terá o contrato de trabalho temporariamente suspenso por período máximo de 60 dias. Os termos do acordo deixam de ser válidos assim que os colaboradores retornarem ao trabalho, a partir do dia 18 de maio.

Nesse período, por meio de ajuda compensatória, será assegurado de 75% a 100% da renda líquida atual do colaborador, o que vai além da exigência prevista na Medida Provisória. O desconto, que varia de 0% a 25%, será escalonado conforme faixas salarias, sendo maior para os níveis superiores.

A Moto Honda complementou que seguirá acompanhando o cenário, bem como as orientações governamentais, unindo-se aos esforços coletivos para conter os avanços da covid-19.

A CONSTRUÇÃO DE UMA MODERNA FLAT TRACKER: A HISTÓRIA DA MT-07 DT

Projeto liderado por Tommy Hayden (irmão do falecido Nicky Hayden) resultou em vitória histórica para Yamaha, que não se via há quase 30 anos

Há um ano, a equipe Estenson Racing, fez história com uma vitória emocionante no Flat Track Americano, em Chandler, no Arizona.

Não foi apenas a primeira; a vitória terminou com quase 30 anos de seca para a Yamaha na principal prova SuperTT, categoria SuperTwins (dois cilindros) que resultou neste artigo contado pela fabricante, de um momento histórico na modalidade. Também marcou o início de uma nova era, a de uma máquina moderna neste certame - a MT-07 DT.

Então, o que é exatamente a MT-07 DT? Simplificando, é um chassi criado especificamente para receber um motor de Yamaha MT-07. Tommy Hayden, multicampeão de motovelocidade é quem lidera o programa da equipe Estenson Racing, e detalha um pouco mais do que eles fizeram dentro das regras da AFT (American Flat Track) na categoria SuperTwins:

"Do ponto de vista do chassi, é algo realmente semelhante ao de uma MotoGP, é um protótipo", explicou Hayden. “Em particular, em nossa moto fizemos tudo que pudemos para criar esse chassi já que são muito poucas as restrições de acordo com as regras do AFT. Quanto ao motor, eu diria que é semelhante ao de um do Mundial de Superbike. Pois, começamos com o motor original da MT-07, mas sobraram poucas peças originais quando terminamos. Mesmo as peças que não foram substituídas foram usinadas e bastante modificadas. O curso dos pistões foram alterados. Tirando a carcaça do motor, todo o resto foi alterado ou modificado. ”

A construção

Embora tenha sido a equipe Estenson Racing a levar a moto para pista, o desenvolvimento não começou por aí. Originalmente, era um projeto que estava presente na YMUS - Yamaha Motor Corporation USA, iniciado pelo gerente da divisão de corridas, Keith McCarty. Depois da quase extinção da modalidade, o flat-track começou a recuperar seu impulso em 2015. A partir daí houve grande interesse no novo motor da MT-07 nas corridas de flat track e McCarty reconheceu o potencial deste modelo para a marca no esporte.

"A primeira coisa que aconteceu foi que estávamos recebendo muitos pedidos de motores para as corridas de flat track ", disse McCarty. "Pensamos que não só poderíamos vender os motores, mas também construir algumas peças de desempenho".

Então começaram a desenvolver muitas peças importantes junto a Vance & Hines, e outras projetadas e fabricadas pela prórpria Yamaha USA. No escapamento, foram testados vários tubos que ao final proporcionou o melhor desempenho geral. O motor começou com 700cc, a capacidade cúbica original da MT-07, antes de eventualmente levá-la para perto de 750cc.

"Esse projeto se saiu muito bem", disse McCarty. “Os caras de outras equipes usaram nossa configuração de motor e muitos outros se dirigiram a Yamaha para comprarem essas peças de nós e, em seguida, tiveram muito sucesso em termos de consistência e confiabilidade nas corridas. Então isso nos levou a um próximo passo.”

A próxima coisa a se fazer foi o chassi. Como mencionado anteriormente, não é tão fácil quanto comprar um na prateleira. Havia algumas opções e McCarty se dirigiu a C&J, com sede na Califórnia, para ver se era possível projetar um chassi.

"Não foi o que eu estava procurando", disse McCarty. "Não queríamos que fosse apenas um motor Yamaha em um chassi C&J, ou parecesse com qualquer outro modelo que eles construíssem. Eu queria algo mais relevante e moderno em seu design. Isso me fez continuar pensando em nosso próprio chassi. ”

Aconteceu que, ao mesmo tempo, o gerente da linha de produtos de motocicletas da Yamaha USA, Derek Brooks (ex-piloto de flat track ) estava trabalhando em uma ideia própria. Ele foi a Jeff Palhegyi, da Palhegyi Designs, que trabalha com a Yamaha USA em muitos desenvolvimentos de motos conceito e protótipos. Querendo construir algo especial havia pensado na idéia de uma moto de flat track de próxima geração em um motor de MT-07. Após algumas discussões no corredor, Brooks, McCarty e Palhegyi se uniram para criar não apenas uma moto conceitual de aparência legal, mas uma verdadeira máquina de corrida de flat track para o futuro.

"Começamos a discutir sobre a construção desse chassi para podermos construí-los e colocá-los em produção para competir", disse McCarty. “Eu era responsável pela geometria e por esses tipos de coisas. Um dos meus principais objetivos era que a moto tivesse uma caixa de ar de verdade, e não apenas um filtro K&N preso na parte traseira dos corpos de injeção.

Brooks, responsável pela aparência e estilo geral, queria ter a certeza de que não era apenas um design moderno, mas coeso.

"A última coisa que eu queria construir era uma moto de flat track de aparência tradicional", disse Brooks. “Eu senti que era hora de progredir no estilo. Criamos elementos no design da MT-07 ao redor do tanque de combustível e no para-lama traseiro. O principal elemento do design, porém, foi um design harmonioso por toda a moto, em vez de peças individuais e elementares.”

A Dirt Tracker-07 foi apresentada como planejamos no AIMExpo 2015, com a pintura réplica de Kenny Roberts. E, quando exposta, muitas cabeças se viraram para sua aparência, especialmente com a crescente tendência das motos de rua, mas no que diz respeito a uma moto de corrida, havia mais trabalho a ser feito. A Yamaha USA então a levou de volta para casa e começamos a reajustar algumas das coisas que estavam fora de geometria.

"Fizemos vários testes, tivemos uma variedade de formas diferentes e conseguimos alguns bons resultados logo de cara", disse McCarty. “Eu queria levar isso para um próximo nível. Por isso, trabalhamos com a Southland para criarmos alguns chassis, algumas unidades para que possamos possivelmente testar na pista de flat track e até vendê-los. ”

Na mesma época, havia um cara no Arizona que começou a voltar às raízes das provas de flat track. Um homem de negócios do setor de logística, chamado Tim Estenson, que construiu sua própria empresa de caminhões de muito sucesso. Ele mergulhou de volta nas corridas de flat track, ajudando um piloto a participar de algumas das corridas de Twins em 2016, e no ano seguinte com uma equipe de dois pilotos. Ele obteve sucesso nessa temporada de estreia com uma vitória no X-Games com Sammy Halbert e o título em 2017 com Kolby Carlile. A partir daí, ele continuou e realmente ganhou muito mais em 2019.

"Tim Estenson estava competindo com Yamahas", disse McCarty. "Eles estavam indo bem, mas ele não estava muito feliz com a direção da equipe. Tim e eu fizemos um pequeno acordo onde ele poderia pegar a moto com a qual iniciamos nossa parceria a partir daí. ”

A equipe poderia ter seguido um caminho mais fácil com uma moto já estabelecida, algo que eles já haviam conquistado antes, mas seu coração estava voltado para a Yamaha.

"A Yamaha esteve na minha vida desde criança", disse Estenson. "Foi a marca em que eu comecei a pilotar, por isso é mais sentimental para mim. Quando voltei ao flat track com minha equipe, corri com Yamahas e algumas outras motos, tive algumas vitórias com elas, mas fiquei pensando na Yamaha e seu legado. Então havia uma sensação de se estou ganhando em uma moto de corrida criada especificamente para isso, o que eu conquistei? De repente, eu pensei: É isso aí! Temos que voltar para a Yamaha."

Ele pegou o que já estava sendo desenvolvido da MT-07 nas duas temporadas anteriores, pegou o que a Yamaha USA havia desenvolvido internamente - a MT-07 DT - e saiu para desenvolver esse chassi na pista de corrida. Estenson também trouxe Palhegyi para ajudar no desenvolvimento do chassi.

A equipe mostrou algum potencial com um pódio de Jake Johnson na abertura da temporada em Daytona e a vitória marcante de "Beach" para a Yamaha que Estenson esperava bastante desde o início da temporada. Mais tarde naquele ano, eles fizeram dobradinha com Beach e Johnson 1-2 no Buffalo Chip TT. Embora tenha havido sucesso desde o início, houve algumas dificuldades ao desenvolver uma nova moto para pista de corrida. A American Flat Track apresenta alguns desafios únicos e não apenas com a terra e a sujeira, existem quatro tipos muito diferentes de pistas: Miles, Half-Miles, Short Tracks e TTs.

"Acho que o que torna o desenvolvimento da moto de flat track mais difícil do que digamos MotoGP ou Superbike é que as condições da pista mudam muito rápido", disse Hayden. "Quando você está testando, é realmente difícil avaliar seus ganhos e ter certeza de que está melhorando ou piorando as coisas, de que não está perdendo o rumo. Literalmente em 10 minutos a pista pode ser um segundo mais lenta se estiver muito úmida ou muito seca ou se uma nova linha se desenvolver. Depois, há os tipos de traçados que variam muito. Das pistas pequenas e minúsculas às ovais do Mile até algumas dos TTs com saltos e coisas diferentes. Então, sinto que isso também torna mais desafiador, até às vezes frustrante, porque você acha que tem algo bom, mas talvez seja realmente muito bom em um tipo específico de pista.”

McCarty reconheceu esses desafios que as corridas de flat track apresentavam no desenvolvimento de uma motocicleta de corrida.

"Acho que estamos evoluindo", disse McCarty. “O fator limitante para todas essas motos, não importa quão grandes ou poderosas, são os pneus. Os pneus são muito específicos. Há coisas que podem ser feitas, o ajuste e a flexibilidade, digamos, para que a estrutura possa ajudar os pneus a obter a maior tração possível. A entregade potência também é muito importante para isso."

Ao mesmo tempo, com sua experiência em diversas modalidades, McCarty podia ver essas questões como apenas parte do desenvolvimento.

"Corrida é corrida, seja uma superbike ou flat track ", McCarty. “Há muitos problemas semelhantes. Você sempre ouve a palavra tração onde quer que vá. A suspensão desempenha um papel. Cada componente da moto desempenha um papel. Eu acho que tem apenas um título diferente e parece um pouco diferente, mas todas as coisas na engenharia não são exclusivas."

Embora Estenson tenha ficado muito feliz com a primeira vitória no Arizona e com seu objetivo de colocar a Yamaha de volta ao topo na categoria rainha, ele quer mais do que apenas uma ou duas vitórias. Indo para a temporada 2020, ele aumentou seu já substancial investimento no projeto. Estenson expandiu a sede da equipe para adicionar uma oficina mecânica e adicionou mais pessoal em tempo integral, incluindo a adição de um gerente técnico muito experiente, Davey Jones, e um técnico em eletrônica em tempo integral, em vez de contratá-lo temporariamente. Além disso, a Yamaha USA também aumentou seu apoio à equipe.

"Provamos que havia muito potencial na motocicleta", disse Estenson. “Quando olhamos para o final do ano e para quantos centésimos de segundo estávamos atrasados, demos uma olhada honesta na motocicleta e começamos a escolher lugares que achamos que poderíamos ter um décimo aqui ou meio décimo lá, para corrermos consistentemente na frente, o que se tornou muito factível. ”

Com um ano em seu currículo junto a equipe e um ano com a nova Twin, Hayden viu o projeto progredir bastante nesse período.

"Evoluímos muito", disse Hayden. “A principal melhoria é que realmente aumentamos nossa estrutura em todo o processo, no que diz respeito à a motocicleta, coleta de dados, todo o software de geometria, a maneira como os motores e nossa capacidade de desenvolver peças de desenvolvimento. Como equipe, sinto que avançamos muito na maneira como estamos trabalhando como equipe e agora muito mais estruturada. Sinto que temos informações muito mais precisas de tudo o que está acontecendo, todas as alterações que fazemos, e todas as partes que desenvolvemos. Estamos lidando com muitos fatos reais e números em vez de uma estimativa vaga sobre esse tipo de coisa. Nosso piloto já venceu algumas corridas e já notou as melhorias, mesmo sem rodarmos em uma pista de corrida por conta do Covid-19, que adiou o início da temporada 2020", completou.

"Acho que durante todo o ano passado aprendemos muito sobre a moto, mas também cometemos alguns erros", disse Beach. “Então, neste inverno, tínhamos um plano muito melhor e muito mais tempo com a moto. Passou de uma moto onde eu quase tinha medo de andar para uma moto muito divertida. Antes, eu não podia realmente ir rápido. Acho que melhoramos bastante, agora sou capaz de pressionar seu

desempenho cada vez mais. Além disso, quando você faz alterações na moto e pode senti-las é o cenário ideal. Antes, você podia fazer grandes alterações na moto e nada mudava. Claro que ainda não disputamos corridas este ano, mas acho que vai ser realmente interessante. Agora creio que temos um plano para quando as coisas não vão bem também. "

Quanto a Tim Estenson, seu plano é bem simples: “Esse é meu amor, minha paixão. É o que eu quero fazer. Quero ganhar e ganhar consistentemente com uma Yamaha. ”

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.