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MOTO. MEDO DO FUTURO? O QUE NOS ESPERA? COMO ESTAREMOS?

Gostamos de moto e a evolução está, como em todas as áreas, num ritmo alucinante. Existe um limite? E os equipamentos?

Que muita coisa está acontecendo no ritmo da moto elétrica, que ultrapassa os 400km/h citada em matéria recente nós sabemos, mas, nós aqui no país da “esperteza”, onde a regra de “levar vantagem em tudo, certo?” predomina, estamos melhorando, mas num ritmo de bicicleta com motor a combustão e 2T.

Clique aqui e veja a matéria completa.

Dito isso, vou entrar num assunto que não tem fim, e bem interessante.

Já ouviu falar da Aegis Rider AG? Pois bem, essa empresa Suíça está criando um capacete usando a realidade aumentada para criar um capacete que integra perfeitamente as informações com a visão a frente.

É um negócio literalmente “de outro mundo”!

Avisos de perigo em tempo real, informar o piloto com curvas e velocidades sugeridas, navegação por satélite sobrepostas a própria estrada, e por aí vai…

Legal? Assustador? Ou, tudo junto e misturado?

Hollywood com a industria do cinema parece nos preparar para o futuro. Creio que todos nós, com mais quilometragem na vida, já assistimos o clássico “Exterminador do Futuro”, especificamente o 2, lançado em 1991. Pois bem, nesse filme, John Connor usava sua tecnologia para medir as pessoas pelo tamanho de suas roupas.

Mais atual temos o Homen de Ferro, que usa todas informações possíveis e mais algumas em seu HUD (head up display) que seria o melhor para a nossa realidade, creio eu.

Outra opção bem legal e mais assustadora é a animação Wall-e. Nela as pessoas tiram férias com óculos de realidade virtual deitadas em espreguiçadeiras “vivendo" as férias em vários lugares virtuais.

Mas, o mais interessante mesmo ficou com esse curta-metragem de seis minutos que se passa na Colombia. Não tem nada a ver com moto mas, na minha visão da realidade aumentada é o que mais se aproxima do que, creio eu, está por vir. Ou já está por ai, não sei…as coisas acontecem tão rápido que posso estar atrasado.



Muito longe de isso acontecer? Será?

A gigante Google tentou em 2014 com o Google Glass mas, devido a vários problemas não foi adiante mas, em 2019 criou a versão 2, voltado para uso mais profissional.

A IRobot já está produzindo pequenos robôs de batalha que trabalharão em rede quando estiverem na “ativa".

Para nós, humanos, o protótipo da Aegis Rider está na terceira geração e conta com câmera na moto e uma unidade central de computador sincronizada com sensores monitorando velocidade, ângulo de inclinação e dados de GPS. Isso é cruzado com mapas, informações de limites de velocidade e características da estrada.

O mais “fácil” seria jogar isso no painel da moto mas, o desvio de atenção que já ocorre com os celulares de todas as maneiras absurdas possíveis, continuaria trabalhando contra a segurança, então o sistema é integrado a um capacete de realidade aumentada.



Ohhhhh! Uau!! Que incrível!

Não tem nada de espantoso, quer ver?

O nome disso é heads up display (HUD) e, em 1988 já equipava o Oldsmobile Cutlass Supreme. A maraca alemã BMW só foi lançar a sua versão em 2004.

Mas, a tecnologia é mais antiga ainda.

Na aviação eles foram desenvolvidos pela primeira vez em 1961, isso mesmo, 61!

Eram toscos, mas foi o ponta pé inicial.

Em 1970 o F-14 era equipado com horizonte artificial, altitude, velocidade, rumo, informações de armas e mísseis além de outras coisas mais.

Voltando a realidade, essa tecnologia monitora precisamente a posição e orientação do capacete em relação a moto, fazendo com que os avisos apareçam no local certo de acordo com a visão do piloto.

A Aegis Rider recebe apoio da ETH de Zurique onde, seu fundador Simon Hecker é PhD em pesquisa sobre direção autônoma. - "Eu mesmo dirijo uma motocicleta, então estou ciente da grande lacuna entre os sistemas de segurança dos carros e motocicletas modernos”- disse ele.

E a coisa vai mais longe pois a idéia é que exista um interação em tempo real, tipo o que acontece com o Waze, dos usuários contribuirem com as informações mas, melhor, a idéia é que comunidade contribua. Como se um pedestre pudesse informar ao sistema alguma ocorrência, buraco, óleo na pista que surgiu no momento e já aparecesse na tela dos usuários.

Hoje, as versões disponíveis trabalham em conjunto com um computador e sensores na moto mas, a idéia é só depender do capacete, pois muitos dos sensores necessários, a moto já possui e, inclusive as câmeras que já estão chegando nas elétricas..

A idéia é ter uma conexão sem fio com a moto mas, inicialmente eram 4 cabos, que viraram dois e, atualmente está apenas com um! Como a evolução é muito rápida, creio que, de usar apenas um cabo para usar nuvem e conexão 5G não vai demorar para acontecer.

Existem outras opções no mercado já funcionando, com diferentes complexidades.

A EyeLights criou algo menos complexo mas, que já ajuda a manter a cabeça erguida com foco na estrada, um dos problemas que os suportes de celular ou espelhamento do celular no painel da moto geram. O Eyeride Vision já equipa quase 16.000 motociclistas desde 2017 e custa hoje, em promoção 499€ .

Segue o vídeo de divulgação do produto:



Bom, só sei que a um tempo atrás, “andar de moto” se resumia a pegar o capacete, colocar uma jaqueta, luvas e curtir o vento e a estrada. Essa era a essência do motociclismo. Hoje muita coisa mudou e, os mais saudosistas ainda conseguem meio que a força, manter-se mais distantes da realidade. Hoje, “andar de moto” é pegar o capacete com intercomunicador, colocar uma jaqueta, luvas, cabo do celular, aplicativo de navegação para não errar o caminho, ouvir música, ter alertas de radares para parar de correr e depois continuar e curtir o vento e a estrada?

Será que muito disso que é usado hoje não nos tira a atenção? Não facilita para andarmos mais rápido? Faz com que prestemos menos atenção nos entornos da estrada para olhar a tela do celular ou da moto com o mapa?

Será que nossa estrada para o futuro será virtual, deitados no sofá dentro de casa?

BMW F 750 GS 40 ANOS! UMA OPÇÃO LEGAL?

Está pensando em comprar uma GS mas está em dúvida sobre qual modelo? 750 ou 850? Esse texto pode te ajudar!

BMW F750 GS 40 anos

A linha GS da alemã BMW completou 40 anos e, em Abril deste ano de 2021 foi feito o lançamento desses modelos comemorativos.

Na matéria de agora, falaremos da moto especificamente, pois ela gera curiosidade por alguns detalhes.

PORQUE ESCOLHER UMA BMW 750 GS E NÃO UMA 850 GS?
A BMW F 750 GS tem uma apelo mais “comportado”. O objetivo dessa moto, apesar de receber um GS, é voltado mais para um uso on road mas… com o DNA off road. Por exemplo:

"Gosto da marca, gosto do modelo, mas não tenho intenções de ir para as estradas de terra."

"Quero uma moto com um apelo off road para enfrentar o “off road urbano”, que são as valetas, ruas esburacadas, asfalto de péssima qualidade, alagamentos, não preciso de um motorzão mais nervoso para esse uso."

"Procuro uma moto que tenha uma suspensão boa para poupar minha coluna, não seja tão alta a ponto de me deixar inseguro, com um visual mais aventureiro, boa tecnologia e que percorra o trânsito com mais facilidade."

"E tem mais, se tiver uma viagem nos meus planos posso me programar tranquilamente para usá-la, pois sei que me atenderá tranquilamente. Mesmo querendo ou precisando pegar um terrinha, sei que tenho a segurança e ciclística de uma GS para chegar a uma cachoeira e também ao local para fotografar uma bela paisagem, enfim, basicamente isso.

Uma outra ótica seria: "Quero ir para as estradas de terra mas não tenho experiência, vou começar com a 750, pois me sinto mais seguro."

- Ela tem quantos modos de pilotagem?

Ela vem com dois modo de pilotagem, ROAD e RAIN, e só! Mais uma característica da proposta da moto mais urbana e estrada.

- Se eu for viajar, ela vai tranquilamente?

Sim, te leva tranquilamente onde quiser ir, mas se for fazer viagens longas, talvez seja uma boa idéia colocar uma bolha mais alta, irá te proporcionar mais conforto na estrada. Mas, por outro lado, na cidade e no off road, a bolha não tem serventia nenhuma, e todo vento é bem vindo nesse pais onde chagamos a 40 graus, portanto acho que a bolha foi acertada para a proposta da moto, desvia o vento na medida certa e não incomoda nas velocidades permitidas.

Enquanto testava peguei estrada e alguns minutos de chuva, nessa hora o pensamento é natural que, se tivesse uma bolha maior ajudaria mas, para isso existem roupas de chuva. Quanto ao vento, particularmente até os 110/120, não me incomodou, até porque estava calor e o vento era super bem vindo. Se fosse andar acima dessa velocidade, ou tivesse uma viagem longa eu simplesmente trocaria a bolha e estaria tudo resolvido. Simples assim.

Escuto muita gente dizer que chegou cansado de viagem e culpar a bolha pequena ou na falta dela, mas, andar a 140, 150km/h constantemente exige mais do condutor mesmo.

Esse motor permite velocidades cruzeiro tranquilas e, se precisar de mais , ele tem para oferecer, afinal é uma 750, não estamos falando de moto pequena. Portanto, pare de “viajar" e comece a viajar!

A F 750 GS é uma evolução da F 700 GS, que foi lançada em 2008, ou seja, ela já tem uma história de apaixonados pelo modelo por vários motivos. Custo menor, mais baixa, mais fácil de pilotar no dia a dia e por aí vai.

Outro ponto que gera curiosidade é sobre o motor, que é o mesmo bi-cilíndrico usado na 850 com algumas alterações na eletrônica que a deixa mais “tranquila" quanto a irmã mais aventureira. Ela vem com 77 cv a 7500 rpm, mais que suficiente para o uso que descrevemos acima.

Os faróis foram testados a noite e com chuva, atendem bem no quesito amplitude e são fortes, na medida! As setas desligando sozinhas após alguns segundos também ajudam e, o aquecimento de manoplas… esse poderia ser dispensado… muito conforto para minha pessoa.

O painel é um capítulo a parte, ops, um livro a parte! Isso não é negativo, pelo contrário, são tantas informações e comandos que demora para entender, as vezes até, devolvemos a motos sem entender alguma coisa. E não é uma característica da BMW não, são a maioria! Nós que cada dia estamos com uma moto diferente, chega a dar curto circuito no Tico e Teco! Mas, é questão de tempo para adaptar. Mas o reset do odômetro parcial…que saudades do botãozinho no painel que apertava, segurava 3 segundos e puft! 0km! Mas, a tecnologia chegou para ficar, então vamos nos adaptando também!

A falta do cavalete pode ser sentida para alguns mais ativos na manutenção, mas, no período de teste não fez falta, até porque, essas motos não param sujas na mão da maioria dos proprietários, sempre estão limpinhas e lubrificadas. Em viagem um bom spray lubrificante resolve.

O que leva essa moto são pneus mais on road sem câmaras e rodas de liga leve 19” na dianteira e 17” na traseira e com indicação de pressão dos pneus no painel.

Na terra, ela se comporta bem para um passeio , mas se começar a se empolgar, vai sentir falta de uma suspensão mais firme e algumas proteções a mais, pelo menos o psicológico estará mais tranquilo. Ponto positivo é poder desligar o controle de tração!

O sistema MRC é o controle dinâmico do freio motor, que, em casos de frenagens mais bruscas onde o piloto trava a mão no acelerador, o sistema corta essa aceleração, impedindo que a moto continue a empurrar quando o objetivo é parar.

A tecnologia dos modelos da BMW já são conhecidas e sempre esperamos por inovações, esse modelo está dentro do padrão!

Com um app instalado em seu smartphone, você consegue guardar todas as informações da moto como quilometragem, autonomia, próxima revisão, consumo, enfim…além disso pode criar rotas e importar um arquivo gpx, ver por onde passou com muitas informações, e por aí vai, muita coisa mesmo! Muita tecnologia!

Portanto, se teu objetivo é comprar uma BMW para rodar na cidade e rodovias mas, se precisar ou querer pegar uma terrinha, manter o pé mais perto do chão, pilotar curtindo o roteiro, ter uma moto bonita, segura e com tecnologia, essa pode ser uma boa opção!

Para quem gosta de ficha técnica, aí vai:

O motor é Bicilíndrico em linha 4 tempos, 8 válvulas, 853 cc, 77cv a 7500 rpm, 8,5kgf.m a 6000 rpm, injeção eletrônica, refrigeração líquida e movido a gasolina!

Transmissão por corrente, câmbio de 6 velocidades, embreagem Multidisco banhada a óleo, 15 litros no tanque sendo 3,5 de reserva.

Suspensão dianteira e traseira de 170mm com opção de kit de rebaixamento, transformando em 150mm. Essa suspensão que sustenta os 227 kg da moto e mais, se necessários, 213 kg de carga máxima.

Mede 2.255mm de comprimento por 922mm de largura e, 1.225mm de altura. O assento está com 815mm do chão e o entre eixos 1.559mm

Depois desse volume de informações, esperamos ter ajudado de alguma maneira pois essa moto, o modelo 40 anos, se encontra disponível nas concessionárias, não sei até quando, até porque, só se faz 40 anos uma vez!

TOP 5 VÍDEOS COM O CHINA DO IBMM

Para comemorar o Dia do Professor, separamos 5 vídeos do grande mestre e parceiro, Rogério Otani, o China. Venha conferir!

Hoje, dia 15 de Outubro, é comemorado o Dia dos Professores no Brasil.

A data está associada com a Lei de 15 de outubro de 1827, assinada por D. Pedro I. No qual, ficava estabelecido que em todas as cidades do país seriam construídas escolas primárias de ensino elementar, as famosas “Escolas de Primeiras Letras”, como eram conhecidas na época.

Mas, a comemoração da data só começou 120 anos depois, em 1947 com a “Comissão Pró-oficialização do Dia do Professor", que foi transformada no projeto de Lei Estadual nº 174.

Para parabenizar o grande professor e parceiro Rogério Otani, o famoso China do IBMM, separamos 5 vídeos para você assistir e aprender tudo sobre motocicletas, através da didática clara e de fácil entendimento do China.

1) O mais recente



2) O mais assistido



3) Um dos mais comentados



4) Um dos com mais "likes"



5) Um dos primeiros vídeos- China IBMM e MOTO.com.br



Parabéns a todos os professores que transmitem o seu conhecimento e dedicam a vida para construir um mundo melhor.

YAMAHA MT-10 2022: MAIS FORTE E PODEROSA

A Yamaha acaba de atualizar para a linha 2022 a mais poderosa da linha MT, a MT-1. Lançada em 2016, a supernaked é baseada na esportiva R1

Para a linha 2022, a Yamaha repaginou o motor da MT-10, com pistões de alumínio forjados, bielas de aço e cilindros com novos revestimentos, que ajudaram a aumentar a eficiência do motor e agora conta com 164 cavalos a 11.500 rpm e 11,4 kgfm de torque a 9.000 rpm., são 6 cavalos a mais que o modelo anterior.



A injeção de combustível foi modificada para ajudar no aumento do torque na faixa intermediária, de 4000 a 8000 rpm, enquanto os sistemas de admissão e escapamento foram ajustados para mais potência.

Para estimular o piloto, a Yamaha trabalhou na sinfonia do motor com a adoção de um novo escapamento de titânio. Além disso, recebeu um par de grades com “amplificador acústico” de cada lado do tanque para direcionar o ruído.

O motor de 998 cilindradas é instalado no chassi do tipo Deltabox, tecnologia derivada da R1. A suspensão dianteira tem garfo da KYB invertido e ajustável, além de um novo cilindro Brembo para o freio dianteiro.

A Yamaha MT-10 2022 também recebeu o sensor inercial de seis eixos derivado da Yamaha R1. A naked oferece de série controle de tração, controle de deslizamento, gerenciamento de freio motor e controle de empinada. Como também, possibilita ao piloto escolher entre 4 modos de pilotagem e para evitar problemas, ela é equipada com um limitador de velocidade.

Além disso, a naked é equipada com controle de cruzeiro, quickshifter bidirecional, pneus Bridgestone S22, embreagem de assistência deslizante e até um novo selim mais confortável. O painel TFT é colorido de 4,2 polegadas.

Confirmando a assinatura da família MT, a Yamaha MT-10 ganhou um novo “rosto” raivoso completo com olhos (faróis), sobrancelhas (luzes diurnas) e nariz (parte da carenagem).

Agora, a MT-10 está atualizada como o restante da família: MT-03, MT-07 e MT-09. Infelizmente,ainda não foi divulgado o preço da mais forte e rebelde da família MT, mas ela deve chegar aos concessionários da marca no início de 2022 na Europa. Para o Brasil, não tem previsão de lançamento.

(Fonte: Equipe MOTO.com.br Por Thiago Dantas) - 16/11/2021
POR QUE SEGURO DE MOTO É TÃO CARO?

Essa é uma pergunta que todos se perguntam, no texto abaixo tentamos ajudar...

Vivemos uma realidade que nos assusta cada vez mais. Nós podemos ter, mas não podemos desfrutar de muitas coisas que temos.

Exemplos não faltam e quando viajamos para fora do país, a nossa realidade se torna mais assustadora!

Por mais que estejamos acostumados, uma vez fora do Brasil, ficamos até desconfortáveis ao sentar num café com mesas nas calçadas e abrimos um notebook e colocamos o celular em cima da mesa. Ou quando paramos a moto em um lugar na rua e não colocamos trava, ou deixamos o capacete no banco, enfim, leva um tempo para acostumarmos com essa tranquilidade e segurança. Mas o legal é que existe graças a muitos motivos.

Com essa experiência vivida, os comparativos são automáticos com a nossa realidade, e as perguntas começam a surgir automaticamente;

Porque tenho que colocar trava no meu estepe?
Porque não posso passar em determinado local com minha moto?
Porque tenho que colocar a moto no estacionamento tendo vaga na rua?

E muitos questionamentos surgem em cascata…inevitável e triste, pois chegamos a conclusão que somos reféns da insegurança.

Óbvio que todo lugar tem problemas, mas a realidade do Brasil é absurdamente preocupante!

O mototurismo é um nicho que poderia ser explorado internacionalmente, temos um país continental repleto de lugares incríveis para serem conhecidos, mas a insegurança reina e ao mesmo tempo, leva esse turista para longe.

Todas as manchetes policiais de jornais "não sensacionalistas” colaboram por encarecer e dificultar nossa vida, imaginem os outros! Desde o cachorro, a grade, o portão eletrônico, o porteiro, as câmeras, a segurança privada, a cerca elétrica, o insulfilme, as travas, alarmes, vacinas (marcação de partes da moto) e muitas outras coisas mais encarecem a nossa vida para tentar trazer mais tranquilidade.

No caso das motos especificamente existem alguns pontos a serem mencionados que, mesmo com todos aparatos de segurança existentes para tentar coibir o furto, ainda temos o roubo, que coloca em risco além de nossos bens, nossas vidas!

Tanto o furto como o roubo de motos tem alguns objetivos que vou citar:

1- Comércio de peças usadas;
Sem distinção de cilindradas, o comércio de peças usadas alimenta da mais simples a mais potente, muitas vezes sob “encomenda”. A moto desaparece em horas e suas peças viajam por todo o país.

2- Vídeos destruindo as motos;
A internet está repleta de vídeos com os criminosos destruindo o motor da moto na frente das câmeras e essas imagens circulam o mundo, alguns até incendeiam o veículo por puro prazer.

3- Uso em ações criminosas;
Muitas motos são usadas para roubar/furtar outras motos em todo território nacional, além de cometer outros tipos de crimes, como pedestres caminhando com bolsa e celular.

4- Usar livremente em ambientes que a criminalidade domina.
Não são poucos os vídeos de aglomerações com shows, onde aparecem imagens de motos circulando com pessoas sem capacete e de "cara limpa”, em lugares improváveis.

Por outro lado, temos as condutas

O perfil do usuário de motos esportivas e naked, por exemplo, em sua maioria usam para andar em velocidades que não são compatíveis com rodovias e sim, com autódromos. A exposição destes e de terceiros ao risco é muito maior que uma pessoa com motos custom por exemplo, que fazem uso mais ponderado, com velocidades bem mais baixas e compatíveis com os limites regulamentados. Obviamente existem exceções.

As motos Touring são voltadas para viagens que podem ser menores e frequentes, maiores e mais intervaladas, ou ainda, tudo junto e misturado. Se pensarmos no Brasil, as estradas não são as melhores e, nem todas as marcas têm representantes em todos os lugares, tornando um problema na moto, além de um problema para o proprietário, outro problema para a seguradora.

As motos usadas para entregas estão espalhadas no país inteiro e seguem em ritmo frenético para entregar e retirar de tudo em busca do sustento da família. Isso faz com que o desgaste aconteça muito rápido, e os riscos de acidente para quem as pilota é muito maior, gerando custos de manutenção que muitas vezes não condiz com a rentabilidade do proprietário. Elas são em sua maioria motos de até 250cc, que circulam em maior volume no país.

Big Trails como o nome diz, é para tudo! Expedições com asfalto, terra, buraco, areia, enfim, as chances de quedas, apesar de em ritmo bem mais lento, são maiores, pelo menos seguindo o uso para qual foi criada. Apesar de muitos não a usarem dessa forma, não dá para discriminar ou restringir, elas têm um valor alto e suas peças não são diferentes.

Baseado nesses fatos, chegamos a conclusão dos ítens citados anteriormente:

1- Comércio de peças: em todas categorias existe esse mercado clandestino de peças sem procedência, ou procedência duvidosa;

2- Vídeos destruindo as motos: Os estilos naked, esportivas e big trails estão na preferência;

3- Uso em outros crimes: Creio não se encaixar o estilo custom pelo fato de não serem rápidas e ágeis, no mais, os outros estilos são usados;

4- Uso em ambientes sem fiscalização: Esse desfile de motos roubadas, ostentando o “poder” são mais efetivos com as motos maiores de marcas premium, apesar das pequenas estarem presentes também, mas não chamam atenção como as grandes;

A infinidade de equipamentos para minimizar o furto das motos é a prova de que a incidência é grande, e consequentemente a insegurança também, pois existem vários produtos para isso. Mostramos alguns deles neste vídeo, assista:



Sabemos por exemplo que, quando estamos no começo do nosso trajeto, ou no final, a falta de atenção nos torna mais vulneráveis a acidentes e roubos, portanto, vamos ficar mais atentos para correr menos riscos!

Outro ponto que colabora com a alta do seguro são as tentativas de fraude. Não lembramos que existe um alto índice de tentativas para levar vantagem sobre o seguro, e isso coloca o proprietário como criminoso. Seja pelo preço de venda do veículo estar muito abaixo do mercado, por ter algum problema mecânico caro para resolver, não importa, as tentativas do “golpe do seguro” não são poucas e cobram seu preço.

Com essas informações todas, quando decidimos comprar uma motocicleta, seja ela qual for, além do preço que pagamos, já embutimos o valor do seguro, afinal, queremos ficar mais tranquilos. Mas normalmente, ficamos assustados com o valor do seguro e esquecemos que estamos dividindo esses riscos todos que comentamos com a seguradora. A seguradora, por sua vez, não faz filantropia, ela vive de lucros. Ela vende a tranquilidade de você recuperar o valor do seu bem, mas…somos motociclistas, e temos paixão pelos nossos bens! Enfrentamos várias situações juntos e queremos ele de volta! É aí que surge mais uma opção para aumentar a chance de recuperar nossa moto. A Ituran oferece seguro com rastreador!

O rastreador é amplamente usado em carros e caminhões com sucesso, com altos índices de recuperação. Lembrem-se, para a seguradora não é interessante pagar o valor do bem, elas querem recuperar o seu veículo, é mais viável economicamente!

Nas motos, não é diferente, ao saber que sua moto está sendo rastreada, mesmo desligada, aumenta a segurança dos dois, proprietário e seguradora. Isso pode ajudar o preço do seguro baixar, além disso, a Ituran oferece algumas opções a mais de tranquilidade, como: limitar a área de circulação, poder acompanhar no app, receber notificações se ultrapassar área demarcada, entre outras vantagens.

Eu já tive uma moto furtada de dentro da minha garagem, no interior de São Paulo. Não tinha seguro e muito menos rastreador, se tivesse muito provavelmente não teria ficado no prejuízo.

Hoje temos opção, e a ideia do rastreador é real, até os próprios bandidos roubam as motos e deixam elas paradas em um lugar qualquer para saber se está sendo rastreada ou não, ou seja, se tiver rastreador, sua chance de recuperá-la aumenta bastante!

Enfim, creio que na capital, devido ao maior número de incidência de furto/roubo, os seguros tenham que ser mais caros mesmo, pois apresentam maior risco. Além disso entra a análise do perfil do usuário, idade, qual uso faz da moto, se tem garagem, se tem rastreador, se vai ao trabalho, e por aí vai, tudo isso para calcular quem corre mais ou menos risco. Obviamente que, quem corre mais risco, vai pagar mais.

Ah, estava quase esquecendo, além desses seguros todos, não esqueça de se manter seguro, o máximo que puder. Fizemos uma live com essas dicas, vou deixar o vídeo para você assistir logo aí embaixo, veja qual se encaixa à sua realidade, evite correr riscos desnecessários. Tente não reagir ao assalto, é perigoso! Além disso, fique sempre alerta por onde você está andando com sua motocicleta. Mas não esqueça de fazer um seguro e instalar um rastreador, não impede que aconteça, mas vai dificultar a vida dos bandidos e tende a baixar o valor do seu seguro.

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.