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ESPECIAL: DICAS PARA COMPRAR UMA TÉNÉRÉ 250 USADA

Aventureira de 250cc da Yamaha oferece baixo consumo e pode ser encontrada a partir de R$ 10 mil. Mas fique atento a alguns problemas crônicos

A pequena Ténéré 250 é o sonho de consumo de quem precisa de uma moto robusta e valente para aventuras na cidade ou na estrada. Lançada em 2011, a Ténéré oferece mais conforto que sua “irmã” Lander e a mesma economia e confiabilidade que a street Fazer 250. O motor de um cilindro com 249 cm³ de capacidade atinge potência de até 21 cv a 7.500 rpm e o torque máximo de 2,10 kgf.m chega nos 6.500 giros.

A maior atualização do modelo aconteceu em 2015, quando recebeu o propulsor flex (gasolina/etanol) com poucas mudanças no desempenho. Contudo, o modelo, que passou a se chamar Ténére Blue Flex, ficou mais moderno (e caro), com painel digital, lanterna em LED na traseira e alças da garupa em alumínio.

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Ainda assim, sua linhagem “aventureira” foi mantida. A Ténéré permite viagens na faixa dos 120 km/h e chega aos 135 km/h de velocidade máxima. O consumo fica na casa dos 30 km/litro e o tanque de 16 litros garante autonomia superior aos 450 km. Claro que esse consumo (e desempenho) está ligado à pilotagem e a forma como o piloto utilizará o acelerador e o câmbio de cinco marchas.

Rodadas e confiáveis
Pesando 137 kg (a seco), o modelo usa roda de 21 polegadas na dianteira, sendo capaz de encarar estradas esburacadas e com lama. Pela sua proposta de ser uma moto para viagens e aventura, é comum encontrar exemplares com mais de 150 mil km rodados e que, ainda assim, estão em ótimo estado. Mas é necessário prestar atenção a alguns detalhes na hora da compra.

Um deles é o vazamento na junta do cilindro. Infelizmente, é um problema que aparece em diversos relatos de proprietários nas redes sociais. Embora seja de fácil solução, o reparo exige que se desmonte a parte superior do motor. De
acordo com o mecânico Alexandre Sauro, da Iron Machine (São Paulo, SP), o custo da mão de obra para este reparo gira em torno de R$ 600.

O profissional diz ainda que mesmo exemplares da Ténéré 250 com apenas 15 mil km rodados já apresentaram o defeito. “É um problema que não chega a condenar a moto, mas o valor do conserto e das peças deve ser descontado na hora da
compra”, ensina.

Rangidos e recall
Outro problema clássico do modelo é o rangido da suspensão traseira. “Em alguns casos, basta desmontar e lubrificar. Em outros, é preciso substituir componentes da suspensão, o que é muito caro”, alerta o mecânico. Segundo ele, caso a moto apresente o rangido é importante levar para um mecânico avaliar.

Esse problema em específico pode ser um fator para cancelar a compra, pois mostra que o dono anterior não era dos mais cuidadosos com a lubrificação da moto. “A cada 10 mil km é necessário desmontar a suspensão e lubrificar todo o
sistema”, diz Alexandre.

Ele também lembrou que a Ténéré, anos 2016 e 2017, tiveram chamados de recall da Yamaha, por causa de falhas no interruptor do botão de partida. Problemas no componente poderiam desligar o motor com a moto em movimento.

Preços das peças
Ao avaliar a moto, também é indicado conferir o desgaste de peças, como a relação final e as condições de discos de freios. Embora a Ténéré não seja uma moto de luxo, o preço desses componentes pode assustar. O disco de freio dianteiro, por exemplo, custa R$ 400, enquanto a relação original está avaliada em R$ 683 nas concessionárias (veja lista no fim da matéria).

Componentes eletrônicos, como o painel, também merecem atenção. Se houver algum problema e for preciso trocá-lo, a peça sai por R$ 1.327 nas revendas da Yamaha.

Levando esses pontos em consideração, é possível ter na garagem uma excelente moto. Mesmo com muitos quilômetros no painel, se uma Ténéré 250 recebe a manutenção devida, ela ainda pode oferecer muita aventura por anos a fio.

E como saber se a trail pretendida era bem cuidada sem avaliá-la a fundo? Simples: peça a chave reserva e o manual do proprietário. Donos criteriosos nunca se desfazem deles. É um teste que funciona na maioria das vezes e ainda valoriza a moto na hora de revender.

Quanto custa a manutenção
Confira os preços das peças originais de uma Yamaha Ténéré 250 consultados nas concessionárias:
.
- Manete de freio - R$ 64,53
- Manete de embreagem - R$ 31,93
- Filtro de ar - R$ 78,53
- Filtro de óleo - R$ 28,00
- Pastilha freio dianteira - R$ 143,49
- Pastilha de freio traseira - R$ 141,00
- Disco de freio dianteiro - R$ 399
- Disco de freio traseiro - R$ 395
- Relação completa - R$ 683,33
- Cabo do acelerador (completo) - R$ 208,63


HONDA APRESENTA CB 650R E CBR 650R NO EICMA 2018

Fabricante atualizou CB 500F, CBR 500R e CB 500 X; esportiva é mini-fireblade e naked segue o estilo Neo Sports Café da CB 1000R

A Honda apresentou algumas novidades no EICMA, o Salão de Milão. Além do facelift, novo painel digital e inclusão de luzes de led nas atualizadas CBR 500R, CB 500F e CB 500X - que também tem agora roda dianteira de 19 polegadas, contra 17 da geração atual, que roda no Brasil - a fabricante apresentou duas motocicletas que provavelmente despertarão a atenção dos brasileiros: as CB 650R e CBR 650R.

A nova naked, como se imaginava na semana passada, deixa de ser conceito e vira realidade. O modelo segue o estilo denominado pela marca como Neo Sports Café - o mesmo da recém-apresentada no Brasil CB 1000R.

Para os que se sentem órfãos com o fim da popular Hornet, a CB 650R traz um pouco mais de tempero quando comparada à CB 650F, atualmente à venda no Brasil: o propulsor com quatro cilindros em linha e 649 cm³ de cilindrada está mais potente, com 95 cv a 12.000 giros e torque de 6,52 kgf.m a 8.500 giros.

A naked, além do novo design, que mistura toques clássicos com linhas agressivas, ganhou suspensão de garfo invertido na dianteira, conjunto completo de farois em led, painel digital com indicador de marcha e o Honda Selectable Torque Control (HSTC), que é como a fabricante denomina o controle de tração.

Já a CBR 650R é uma mini-CBR 1000RR Fireblade, seja pelo desenho de carenagem e farois ou pelo posicionamento de guidão e pedaleiras, mais esportivo do que a atual abordagem sport touring da CBR 650F que roda nas ruas brasileiras.

No pacote técnico, a esportiva traz o mesmo motor da CB 650R e também compartilha a suspensão de garfo invertido na dianteira, painel digital e o controle de tração. Como opcional, a CBR 650R pode ser equipada com o quickshifter.

Tais novidades, no entanto, só estão disponíveis lá fora por enquanto. Resta aguardar para ver se a Honda trará as motos para o Brasil.

HONDA ELITE 125 CHEGA E QUER DESBANCAR YAMAHA NEO 125

Novidade agita o segmento de scooter com farol de LED, freios combinados e muita praticidade; modelo chega em dezembro, quando o preço será definido

O Elite 125 chega com a missão de preencher o line-up de scooter da Honda com um modelo acessível e fácil de pilotar. Outro objetivo do lançamento é desbancar o Yamaha Neo 125, que atualmente lidera o segmento de scooter de entrada. O Elite deve chegar em dezembro às concessionárias da marca, mas seu preço ainda não está definido.

Equipado com motor de um cilindro alimentado por injeção eletrônica e abastecido apenas com gasolina, o Elite 125 conta com a praticidade do câmbio automático (CVT) para aproveitar a potência, comedida, de 8,9 cavalos a 7.500 rpm. O scooter do tipo plataforma tem rodas pequenas – 12 polegadas, na dianteira, e 10, na traseira. A suspensão tem curso limitado com 80 mm na dianteira e 70 mm na traseira. Como outros scooters do mesmo porte, o Elite “gosta” de ruas bem pavimentadas e não é recomendado para lugares com muitos buracos.

Tudo combinado
O sistema de freio traz na dianteira um disco de 190 mm de diâmetro, enquanto a traseira usa um tambor de 130 mm. O Elite 125 vem equipado com freios combinados – CBS (Combined Brake System). O sistema aciona o freio dianteiro sempre que o motociclista aperta o manete de freio traseiro, garantindo frenagens em espaços menores.

Leve e pequeno, o Elite pesa 110 kg (a seco) e suas medidas também são enxutas: 1.772 mm de comprimento e 692 mm de largura. O assento a 770 mm permite tocar o chão com facilidade – um atrativo para quem está entrando no mundo das motos. O tanque de combustível tem capacidade para 6,4 litros e o bocal de abastecimento fica sob o banco.

A presença do tanque de combustível limita o espaço do compartimento sob o banco para apenas um capacete (integral) e as ferramentas que acompanham o scooter. Para aumentar a praticidade o modelo tem porta-objetos atrás do escudo frontal. A plataforma para os pés é plana e permite pendurar uma pequena sacola ou bolsa.

O painel totalmente digital traz relógio e marcador de combustível. As linhas agressivas e facetadas do Elite 125 se completam com o apelo (e a praticidade) do farol por LED.

Concorrentes
Facilidade de pilotagem e baixo custo é a receita para ter sucesso nesse segmento que tem em comum o uso de motores de 125 cc. Atualmente, a liderança está com a Yamaha Neo 125 (vendido por R$ 8.290) com quase 9.000 unidades produzidas entre janeiro e setembro deste ano. No mesmo período, o Lindy 125 (R$ 7.287) da Haojue somou 840 unidades, enquanto o Suzuki Burgman i (R$ 8.280) acumulou 600 unidades.

Com um produto mais moderno e sua rede maior, a Honda tem tudo para liderar as vendas sendo que o único obstáculo pode ser o preço ao consumidor. Durante o lançamento do modelo conversamos com alguns concessionários que estipularam o preço de R$ 8.500 como o valor adequado para a venda do Elite 125. Na Argentina, o scooter é comercializado por 67.300 Pesos, equivalente a R$ 6.863 (câmbio de 24 de outubro).

Google ganha permissão para testar carros totalmente autônomos nas ruas

Com isso, a subsidiária Waymo poderá levar seus veículos sem motoristas para ruas de cidades, vias rurais e rodovias da Califórnia.

A unidade de carros autônomos do Google, a Waymo, anunciou nesta semana ter recebido permissão do governo para realizar testes com os seus veículos sem motoristas em vias públicas da Califórnia, nos EUA.

Como a companhia destaca em seu blog, essa é a primeira vez que o estado americano libera testes com carros totalmente autônomos, sem um motorista de segurança, nas suas ruas. No mesmo texto, a empresa também afirma que a segurança é uma prioridade e aponta que os seus veículos passam por testes rigorosos antes de seguirem para as ruas.

Esses testes da Waymo acontecerão em diferentes regiões da Califórnia, que incluem partes de Mountain View, Sunnyvale, Los Altos, Los Altos Hills e Palo Alto. “Nós conhecemos bem essa área: ela inclui as sedes da Waymo e da nossa empresa mãe, a Alphabet. Mountain View é lar de mais de uma dezena de companhias de veículos autônomos, e vem apoiando testes seguros há anos”, afirma a empresa.

A permissão recebida pela Waymo é válida para testes diurnos e noturnos em ruas de cidades, vias rurais e rodovias com limites de velocidade de até 100km/h (65 milhas/h). Conforme a companhia, os seus veículos podem lidar de forma segura com condições climáticas como chuva leve e névoa, que estão inclusive previstas na permissão recebida.

Acidente fatal

Em março deste ano, vale lembrar, uma mulher morreu nos EUA após ser atropelada por um carro autônomo do Uber. Conforme investigação, a motorista de segurança estava assistindo TV no momento da colisão.



(Fonte: Da Redação) - 05/11/2018
HARLEY-DAVIDSON DIVULGA PREÇOS DE LINHA 2019 NO BRASIL

Fabricante tem novidades, como as recém-lançadas FXDR 114 e Iron 1200

Quem deseja ter uma Harley-Davidson zero quilômetro na garagem terá que dispor de, pelo menos, R$ 42.400 na conta bancária, segundo a tabela de preços divulgada pela fabricante para a linha 2019.

Ao todo, são 23 modelos das famílias Sportster, Softail, Touring e CVO. O modelo mais barato é a Iron 883 que custa a partir de R$ 42.400. No outro extremo está a CVO Limited, uma das motos mais caras do Brasil, cotada a R$ 172.900.

A Harley-Davidson trouxe quatro novidades para o país na linha 2019: Iron 1200, Sport Glide, CVo Street Glide Special e a nova FXDR 114. Por outro lado, a 1200 Custom e a Roadster deixam o lineup de modelos da marca no Brasil para o próximo ano.

Confira a lista completa de preços da linha 2019 da Harley-Davidson no Brasil:

FAMÍLIA CÓDIGO MODELO PREÇO*
SPORTSTER XL883N Iron 883 R$ 42.400,00
XL1200N Iron 1200 nova R$ 46.900,00
XL1200X Forty-Eight R$ 49.500,00
SOFTAIL FXBB Street Bob R$ 58.400,00
FXFB Fat Bob R$ 62.300,00
FXFBS Fat Bob 114 R$ 69.900,00
FLSL Softail Slim R$ 67.400,00
FLDE Deluxe R$ 71.100,00
FLFB Fat Boy R$ 71.400,00
FLFBS Fat Boy 114 R$ 77.200,00
FLHC Heritage Classic R$ 75.300,00
FXBRS Breakout 114 R$ 77.200,00
FLSB Sport-Glide nova R$ 73.400,00
FXDRS FXDR 114 nova R$ 80.200,00
TOURING FLHRC Road King Classic R$ 79.900,00
FLHRXS Road King Special R$ 82.400,00
FLHXS Street Glide Special R$ 95.400,00
FLTRXS Road Glide Special R$ 97.400,00
FLTRU Road Glide Ultra R$ 101.900,00
FLHTK Ultra Limited R$ 102.900,00
CVO FLTRXSE CVO Road Glide R$ 155.900,00**
FLHXSE CVO Street Glide Special nova R$ 155.900,00**
FLHTKSE CVO Limited R$ 172.900,00**
* preço sugerido ano/modelo 18/19 a partir de

** preço único sugerido

Foto: Divulgação


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O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.