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FERIA 2 RUEDAS MOSTRA MERCADO COLOMBIANO APOSTANDO EM MOTOS MODERNAS

Com aumento de 10,7% nas vendas, setor de duas rodas adota normas antipoluição e sistemas de segurança em país sul-americano

Dos 14.486.000 veículos registrados na Colômbia, 8.813.000 são motocicletas. Ou seja, 57% do parque automotor do país sul-americano é formado por veículos de duas rodas. As vendas de motocicletas cresceram 10,7% no ano passado, alcançando a marca de 547.296 unidades comercializadas. Números que colocam o mercado colombiano de motos na segunda colocação na América do Sul e demonstram a importância da indústria de duas rodas para a economia do país.

Com as vendas em alta na Colômbia, a Feria 2 Ruedas (Salão das Duas Rodas), realizada anualmente na cidade de Medellín, cresce não apenas na quantidade de visitantes e lançamentos, mas também na qualidade dos modelos apresentados.

Até há poucos anos, não havia normas antipoluição para motocicletas e alguns modelos vendidos na Colômbia tinham motores dois tempos, mas isso tem mudado. O país está atualmente na fase Euro 2, mas a previsão é adotar a Euro 3 em 2021.

A norma europeia regulamenta a emissão de poluentes por veículos de duas rodas e equivale ao Promot 3 brasileiro, que entrou em vigor em 2009. Embora tardia, a adoção de regras para reduzir a poluição do ar por motos e scooters dará tempo para as indústrias se adaptarem. “94% das motos vendidas aqui são produzidas na Colômbia”, explica Maria Juliana Rico, diretor do comitê automotriz da Associação Nacional de Empresários da Colômbia.

A executiva também explica que foram criadas primeiramente normas de iluminação para as motos e estuda-se a adoção de freios combinados (CBS) e ABS para o próximo ano. “Queremos melhorar a imagem das motocicletas na Colômbia e também diminuir os acidentes com os usuários”, completa Rico.

LANÇAMENTOS MAIS MODERNOS
Os lançamentos da Feria 2 Ruedas 2019, realizada entre 2 e 5 de maio, em Medellín, refletiram o amadurecimento do mercado de motos na Colômbia. A Yamaha, por exemplo, segunda marca mais vendida no País com 19% de market share, só produz e comercializa motos menos poluentes. “Todas os nossos modelos vendidos aqui seguem a norma Euro 3 desde o ano passado”, afirmou Juan David Arango, presidente da Yamaha Colômbia.

Segundo ele, a iniciativa partiu do próprio setor que criou sua associação há pouco mais de dois anos e trabalha no sentido de oferecer motos melhores e mais seguras. Os lançamentos da marca japonesa no Salão demonstraram essa filosofia.

A miniesportiva R15, com motor de 150cc e injeção eletrônica, também tem sistema de iluminação por LEDs e freio a disco nas duas rodas. O preço é de 9.900.000 pesos colombianos, cerca de R$ 12.300.

Outra novidade, o XMax 300 também tem injeção eletrônica, luzes de LED, freios ABS e até controle de tração. O scooter, lançado há dois anos na Europa, não será um campeão de vendas na Colômbia, onde as motos de até 150cc dominam, mas já mostram a evolução do mercado.

A Suzuki, outra gigante japonesa também instalada no país, mostrou a DR 150. O modelo de uso misto ainda tem motor carburado, mas já vem com freio a disco na dianteira e painel digital.

De olho no crescimento do segmento de scooter, a Suzuki também apresentou duas novidades para as motociclistas colombianas: o pequeno Address 110 e o moderno Burgman 125. “Não tínhamos scooters em nosso line-up, mas as vendas desse tipo de moto têm crescido, principalmente entre as mulheres”, explica Stiven Castañeda Rua, assessor comercial da concessionária Suzuki em Itaguí, cidade próxima a Medellín. Ambos os modelos são comercializados também na Europa, o que significa que poluem pouco e contam com sistemas de freios mais modernos.

HONDA CB 650R CHEGA PRIMEIRO À COLÔMBIA
A Honda também apostou em motos mais modernas e até de maior cilindrada no seu estande. A grande estrela era a nova geração da CB 650. A naked, que agora se chama CB 650R, apresentada no ano passado no Salão de Milão, desembarcou no mercado colombiano antes mesmo de chegar ao Brasil. Com motor mais potente, freios ABS e controle de tração, o modelo é importado da Tailândia e segue as atuais normas europeias para motos. Seu preço na Colômbia é de e 36.990.000 pesos, cerca de R$ 45.000.

A nova Honda XRE 300 também foi apresentada ao mercado colombiano. Reformulada, a trail, produzida em Manaus, tem injeção eletrônica e seu motor atende às normas da segunda fase do Promot 4 brasileiro (equivalente às atuais normas da Euro 4) e ainda conta com iluminação full-LED e freios ABS de série.

Mas até mesmo a pequena CB 125F foi modernizada recentemente. A moto street, embora carburada, também atende a Euro 3 e ganhou um sistema que acende as luzes automaticamente ao dar partida – uma exigência já antiga na legislação brasileira, mas que está sendo adotada agora na Colômbia. Com preço de 4.450.000 pesos colombianos (cerca de R$ 5.600), a CB 125F é um dos modelos de maior sucesso da Honda no país. A marca japonesa é a terceira mais vendida na Colômbia com 17% do mercado – ficando atrás da Yamaha e da líder, a indiana Bajaj, representada pela Auteco.

A Auteco também monta e revende marcas como Kawasaki e KTM na Colômbia. Entre as novidades apresentadas pela empresa, que voltou a participar da Feria 2 Ruedas na edição deste ano, estava a nova Ninja 400, já à venda por aqui.

Mas chamou a atenção o lançamento da nova KTM 790 Adventure para o mercado colombiano. A bigtrail tem motor de dois cilindros com cerca de 100 cv, e uma proposta aventureira. Com rodas raiadas e aro 21 na dianteira, a 790 Aventure foi lançada no ano passado na Europa, mas ainda não tem previsão de ser vendida no Brasil. Importada, a aventureira da marca austríaca demonstra como o mercado de duas rodas está amadurecendo no país vizinho.

MXF MOTORS LANÇA A NOVA MINIMOTO 50 TS DE COMPETIÇÃO

Montadora brasileira é referência em motos off-road infantil e infanto-juvenil.

Há dois meses a MXF Motors lança a MXF 50TS com inovações tecnológicas na suspensão traseira e dianteira e revisões no motor.

Veja como são acessíveis as minimotos MXF.

O modelo foi desenvolvido para atender o competidor infanto-juvenil. “Os futuros campeões nascem nas categorias de base, como a 50cc, por isso investimos muito na criação e aprimoramento de motos que tenham a qualidade e o desempenho necessários para as competições dos minipilotos”, disse Luiz Henrique, coordenador técnico da MXF.

Para ele, a formação de um piloto de alta performance precisa acontecer desde as categorias iniciais, por esse motivo a MXF Motors investe na criação e desenvolvimento das minimotos.

A MXF 50 TS tem um motor de 2 tempos, no qual recebeu novo pistão. A suspensão dianteira é da Fast Race, invertida e com ajuste de compressão e novo sistema de válvula de fluxo hidráulico.

Já a suspensão traseira é a gás nitrogênio e com ajustes de compressão e retorno. Além disso, é possível fazer ajustes de pré-carga de molas e lâminas desenvolvidas para o terreno brasileiro.

(Fonte: Por Marcel Ahless Equipe MOTO.com.br) - 21/05/2019
YAMAHA CONVOCA RECALL DA NOVA GERAÇÃO DA R3 NOS EUA

Manete do freio dianteiro de unidades produzidas entre fevereiro e março deste ano pode apresentar falha e se quebrar

A nova geração da Yamaha R3 já está a venda em alguns mercados internacionais, incluindo os Estados Unidos. E é na terra do Tio Sam que proprietários do modelo estão sendo convocados para um recall.

De acordo com a convocação divulgada pelo National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), o motivo do recall é o manete do freio dianteiro. Unidades fabricadas entre 6 de fevereiro e 6 de março podem ter sido montadas com manetes com pequenas porosidades.

Com ar onde deveria existir metal, a peça se torna frágil e pode se quebrar quando exigida ao máximo - no caso de uma frenagem de emergência, por exemplo.

Segundo o comunicado, os manetes defeituosos são identificáveis pelos códigos "K3 9A 16" e "K4 9A 16". A Yamaha entrará em contato com os proprietários das unidades afetadas e providenciará a troca gratuita do componente.

No Brasil, a fabricante ainda comercializa a geração anterior da pequena esportiva. A nova R3 recebeu mudanças na carenagem, com o design inspirado nas esportivas R6, R1 e no prótótipo M1 da MotoGP, e ganhou suspensão de garfo invertido na dianteira, entre outras modificações.

A nova geração da motocicleta da Yamaha deve chegar em breve ao mercado brasileiro para tentar retomar a liderança do segmento de motos esportivas, que em 2019 passou - segundo os números divulgados pela Fenabrave - para a Kawasaki Ninja 400.

FABRICANTES APOSTAM NA MOBILIDADE DE SCOOTERS E PATINETES ELÉTRICOS

Volkswagen deve se unir à empresa chinesa para fabricar patinete elétrico com autonomia para 35 quilômetros; veja outras fabricantes que seguem tal tendência

A busca por mobilidade passa, necessariamente, pelos veículos de duas rodas. Sejam motos, scooters, bicicletas ou patinetes, esses veículos aparecem como uma opção para se locomover nos grandes centros urbanos. Afinal, ocupam menos

espaço e permitem que seus usuários se locomovam de forma rápida e econômica. Melhor ainda se forem elétricos e não poluírem o meio-ambiente.

Tanto que não somente fabricantes de motocicletas - como a Ducati, que em parceria com a Vmoto lança uma edição especial do scooter elétrico CUx, o CUx Special Edition Ducati - algumas marcas de automóveis estão apostando nesse nicho.

Nesta semana, o jornal alemão Die Welt anunciou que a Volkswagen irá unir forças com a chinesa Niu, uma start-up de veículos elétricos sediada em Changzou, para produzir patinetes movidos por baterias de íons de lítio.

Leve, pequeno o suficiente para ser estacionado em qualquer lugar, o patinete Streetmate foi apresentado pela VW no ano passado como um conceito. Movido por um motor de 2 kW e com autonomia para 35 km, o patinete construído pela parceria entre a Volks e a empresa chinesa estaria à venda na China até o final deste ano, segundo as notícias do jornal alemão.

PATINETE BMW JÁ É REALIDADE
A iniciativa da VW não é novidade. No início deste ano, a BMW lançou a nova geração do X2City, um patinete elétrico que pode chegar a 20 km/h e ser utilizado nas ciclovias europeias. O veículo já atende à nova legislação da Europa para esse tipo de veículo, por isso exige um impulso inicial de até 6 km/h para o motor elétrico entrar em funcionamento.

Também há um pedal na plataforma que precisa ser pressionado várias vezes para que a velocidade aumente. O X2City oferece ainda limites pré-estabelecidos de velocidade e sua bateria tem autonomia para até 30 km.

A bateria do X2City pode ser retirada e carregada em uma tomada convencional. Uma carga completa leva cerca de 2,5 horas. E o patinete ainda oferece uma tomada USB para carregar o smartphone e conexão Bluetooth para futuros aplicativos.

O BMW X2City já está à venda na Alemanha, mas exige seguro e pode ser conduzido por jovens acima de 15 anos, desde que tenham habilitação para pilotar ciclomotores. O preço é de 2.399 euros (cerca de R$ 10 mil).

MINI TEM SCOOTER ELÉTRICO CONCEITO
Outra empresa do grupo BMW, a Mini, também já apresentou um conceito de scooter elétrico. Famosa por seus automóveis de design marcante, a Mini trouxe para o E Scooter Concept as mesmas linhas arredondadas e o estilo contemporâneo.

Movido por um motor elétrico ligado à roda traseira de 11 polegadas, o scooter conceito também pode ser carregado em uma tomada doméstica por meio de um cabo integrado à parte traseira da motocicleta.

Ao abrir a tampa do compartimento – semelhante à tampa do tanque de combustível de um automóvel Mini –, ela se ilumina e o plugue pode ser puxado para fora até uma distância de 5 metros. Assim que a carga estiver completa, um mecanismo acionado por botão recolhe a fiação.

Outra funcionalidade no E Scooter da Mini é a conectividade com dispositivos móveis. Ao encaixar o smartphone no painel, de formas arredondadas e inspirado no design do paniel dos carros da Mini, o motor elétrico é acionado automaticamente.

Enquanto o scooter estiver em movimento, o smartphone pode ser usado como navegador GPS, tocador de música ou telefone, conforme a necessidade do piloto. Uma interface sem fio Bluetooth pode ser conectada a um capacete MINI, que vem equipado com microfone e fones de ouvido.



TRIUMPH CONVOCA RECALL DE MAIS DE 12 MIL MOTOS NOS EUA

Fabricante anuncia chamado para modelos como os da linha Bonneville, que também são comercializados no Brasil

A Triumph registrou um recall no final de fevereiro na NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) que só foi divulgado agora. Quanto ao caminho para o procedimento, tudo dentro do padrão. O que chama a atenção no registro é a quantidade de motocicletas afetadas: são mais de 12 mil unidades.

O chamado atinge os modelos Bonneville T100 e T120 nas versões standard e Black, Street Scrambler, Street Twin e Street Cup. O problema detectado em algumas unidades está no cabo da embreagem, que pode entrar em contato com o chicote.

Se isso acontecer, o chicote pode ser danificado e a motocicleta sofrer uma pane elétrica - falha em lanternas e faróis, piscas, entre outros componentes. Em casos mais graves, o defeito pode levar ao desligamento involuntário do motor.

Nos Estados Unidos, os proprietários das motocicletas possivelmente afetadas serão avisados pela própria fabricante para se direcionarem a uma das concessionárias da marca para realizar os reparos. Além disso, a marca disponibiliza um telefone para contato a para que o dono da moto confira se a unidade dele está entre as atingidas pelo recall.

O MOTO.com.br entrou em contato com a Triumph do Brasil para saber se alguma unidade em solo brasileiro poderia ser afetada pelo problema. Segundo a fabricante, ainda não há informações se o motivo que originou o chamado nos Estados Unidos alcança os modelos comercializados no Brasil.

Confira as motocicletas afetadas pelo recall nos Estados Unidos:

Triumph Bonneville T100 e T100 Black (de 2017 a 2019)

Triumph Bonneville T120 e T120 Black (de 2016 a 2019)

Triumph Street Scrambler (de 2017 a 2018)

Triumph Street Cup (de 2017 a 2018)

Triumph Street Twin/Street Twin A2 (de 2016 a 2018

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