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PRODUÇÃO CRESCE E CATEGORIA SCOOTER É DESTAQUE NAS VENDAS NO VAREJO

No acumulado do ano, o crescimento da produção foi de 6,7%, e vendas no varejo de 14%

Com média diária de 4.028 unidades no mês de agosto, a indústria brasileira de motocicletas produziu 114.738 unidades, sendo o maior registro deste mês desde o ano de 2015. Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o volume foi 8,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado (105.339 unidades) e 25,1% maior na comparação com julho (91.713 unidades).

No acumulado dos oito meses do presente ano, saíram 743.556 motocicletas das fábricas, correspondendo a um crescimento de 6,7% ante ao mesmo período de 2018 (697.092 unidades).

Para Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, o aumento do ritmo de produção é reflexo, principalmente, da maior oferta de crédito para o consumidor, o que resulta em mais financiamentos de motocicletas. “Este veículo tem se tornado um importante aliado para a melhoria da mobilidade urbana e isso gera interesse crescente pela aquisição de novos modelos”, complementa.

Na avaliação do executivo, o mercado deve continuar em expansão nos próximos meses devido à elevação da temperatura propiciada pela chegada da Primavera e do Verão e, ainda, aos lançamentos que serão apresentados no Salão Duas Rodas, programado para 19 e a 24 de novembro, em São Paulo (SP).

VENDAS NO ATACADO

As vendas de motocicletas no atacado – das fabricantes para as concessionárias – somaram 104.649 unidades em agosto, representando um aumento de 10,2% ante as 95.004 unidades vendidas no mesmo mês de 2018. Na comparação com julho, o avanço foi de 20% (87.240 unidades).

No acumulado dos oito meses do presente ano foram comercializadas 720.782 unidades no atacado, com alta de 13,5% ante o mesmo período de 2018 (634.949 unidades).

EMPLACAMENTOS

De acordo com levantamento do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) analisado pela Abraciclo, em agosto foram licenciadas 88.625 motocicletas. Esse volume foi 0,3% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado (88.906 unidades) e 1,6% menor na comparação com julho (90.048 unidades).

Os dados do Renavam mostram que, de janeiro a agosto, foram emplacadas 708.707 unidades, correspondendo a um crescimento de 14% ante as 621.861 motocicletas licenciadas no mesmo período de 2018.

Na comparação com agosto do ano passado (3.865 unidades/dia, com 23 dias úteis) houve avanço de 4,2%. Em comparação com julho do presente ano (3.915 unidades/dia, com 23 dias úteis), os negócios cresceram 2,9%.

EXPORTAÇÕES

Em agosto foram exportadas 3.566 motocicletas, o que significou uma queda de 52,7% em relação a igual mês de 2018 (7.537 unidades). Na comparação com julho do presente ano (2.788 unidades), houve uma alta de 27,9%.

Segundo dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat, que registra os volumes de embarques totais de cada mês, analisados pela Abraciclo, os Estados Unidos representaram o principal mercado (1.212 unidades e 40,6% de participação) das motocicletas exportadas em agosto. Em seguida, veio a Argentina (700 unidades e 23,4%), seguida pela Colômbia (466 unidades e 15,6%).

De janeiro a agosto, as exportações somaram 26.746 unidades, representando uma queda de 50,3% ante as 53.795 motocicletas embarcadas no mesmo período de 2018. Ainda de acordo com dados do Comex Stat analisados pela Abraciclo, a Argentina foi o principal destino das motocicletas produzidas no PIM (12.332 unidades e 45,8%), seguida pelos Estados Unidos (5.525 unidades e 20,5%) e pela Colômbia (3.419 unidades e 12,7%).

DESEMPENHO POR CATEGORIA NO ATACADO

A liderança no ranking de categorias de motocicletas mais vendidas em agosto ficou com a Street: 47.255 unidades comercializadas e 45,2% de participação. Em seguida, veio a Trail (23.350 unidades e 22,3%), Motoneta (18.417 unidades e 17,6%), Scooter (8.296 unidades e 7,9%) e Naked (2.219 unidades e 2,1%).

No acumulado do ano, as posições no ranking foram mantidas, com Street (357.513 unidades e 49,6% de participação), Trail (144.148 unidades e 20%); Motoneta (109.943 unidades e 15,3%), Scooter (61.781 unidades e 8,6%); e Naked (16.829 unidades e 2,3%).

DESEMPENHO DE SCOOTERS NO VAREJO

Em agosto foram vendidas 7.606 motocicletas da categoria Scooter no varejo, segundo dados do Renavam. Esse volume foi 17,1% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado (6.493 unidades) e 5,1% inferior ao alcançado em julho (8.011 unidades).

No acumulado do ano, foram emplacadas 58.395 unidades, representando um aumento de 26,4% ante as 46.186 motocicletas licenciadas no mesmo período de 2018.

BMW MOTORRAD BRASIL LANÇA A TERCEIRA GERAÇÃO DA S 1000 RR

Superbike líder de vendas no país chega refinada, mais leve e poderosa

Foi com o lema Nose down, tail up – Nariz para baixo e traseira para cima, que a BMW anunciou a terceira geração da S 1000 RR.

Lançada mundialmente pela primeira vez em 2009, o modelo se tornou um ícone da categoria ditando as regras e parâmetros sobre a eletrônica e a potência entre as superbikes da época. Agora produzida no Brasil, a S 1000 RR chega mais uma vez totalmente renovada, repleta de tecnologia com 11 kg a menos e 8 cv mais potente.

“A BMW S 1000 RR causa impacto no segmento de superesportivas há uma década. É um verdadeiro ícone de sua categoria. E a 3ª geração, que é produzida em Manaus (AM), totalmente inovadora, traz a última geração de tecnologias, consolidando ainda mais a presença da marca na categoria”, celebra Julian Mallea, Diretor de Vendas e Marketing da BMW Motorrad Brasil.

Com preço a partir de R$ 91.950 o modelo 2020 já pode ser reservado nas concessionárias autorizadas da marca. A marca alemã garante se tratar - apesar da maior potência - de um modelo mais dócil e preciso de pilotar graças aos aprimoramentos aplicados ao quadro, ao conjunto da suspensão e aos sistemas eletrônicos de assistência à pilotagem.

Refinamento nos mínimos detalhes

Desde o lançamento da primeira geração, há 10 anos, o design foi retrabalhado nos mínimos detalhes. Os resultados são proporções refinadas, como destaques visuais as luzes de LED presentes nos faróis – com desenho mais dinâmico e agressivo –, na lanterna traseira, as luzes de mudança de direção (pisca) e de freio estão integradas em uma única unidade de LED. O tanque de combustível está mais estreito e a área que acomoda os joelhos mais delgada, para um melhor encaixe e fechamento das pernas. Os semi-guidões estão mais altos, a fim de proporcionar uma condução mais confortável, reduzindo o cansaço. Já a traseira foi revisada e passa a exibir uma aparência está mais leve e dinâmica, segundo a fabricante.

Mais poder

A nova BMW S 1000 RR supera a barreira dos 200cv. Quatro quilos mais leve, o novo motor de quatro cilindros em linha oferece 207cv, a 13.500 rpm, e 11,52 kgf.m de torque máximo, com oferta superior a 10 kgf.m já disponíveis entre 5.500 e 14.500 rpm. A tecnologia BMW ShiftCam proporciona uma aceleração mais uniforme em saídas de curva fechadas, prolongando a vida útil dos pneus e possibilitando que o piloto use melhor o chassi.

Chassi mais leve e inovador

O novo chassi da BMW S 1000 RR contribuiu em quase 50% na redução total do peso da motocicleta, com rigidez aprimorada. Os avanços também foram possíveis por meio da adoção de um novo braço oscilante, mais leve e capaz de aplicar a força de forma otimizada.

Modos de pilotagem para pista e uso cotidiano

Estrada ou pista? Os modos de pilotagem no mundo da estrada são Rain, Road, Dynamic e Race. Para aqueles que desejam explorar as possibilidades da superesportiva nas pistas, a opção Modo Pro, que oferece três modos adicionais de pilotagem (Race Pro 1-3) que são altamente programáveis. Isso permite um ajuste individual das mais diversas funções de gerenciamento dos sistemas, como controle dinâmico de tração DTC, ABS e deslizamento das rodas, bem como a curva do acelerador (ajuste de torque) e o freio do motor para se adequar ao nível de habilidade e estilo de pilotagem do cliente. Outros recursos do Modo Pro são o Launch Control (Controle de Tração) para arrancadas perfeitas e o Limitador de Pit Lane configurável para aderência ideal às velocidades no pit lane. As mudanças ultra-rápidas de marcha, sem a necessidade de acionamento da embreagem é ativada pelo HP Shift Assistant Pro, que vem como item de série.

Graças ao novo sensor de inclinação de seis eixos é possível configurar tanto a regulagem do ABS quanto as funções DTC. A regulagem do DTC é tão rápida e precisa, que permite transmitir a força necessária para empinar a roda dianteira em linha reta, sem que ela fuja ao controle – ou seja, estabilidade de condução sem interferências abruptas e aceleração máxima.

Painel altamente tecnológico

O painel de instrumentos da nova S 1000 RR também foi completamente revisado. Além de uma ampla gama de informações, os engenheiros e desenvolvedores da BMW Motorrad dedicaram atenção especial para possibilitar que a tela TFT de 6,5 polegadas ofereça excelente visualização – mesmo em condições de pouca luminosidade. O objetivo é oferecer ao motociclista telas personalizadas para diferentes utilizações e necessidades. A tela Pure Ride mostra todas as informações necessárias para o uso regular na estrada, enquanto as três telas Core são projetadas para uso nas pistas de corrida, com o conta-rotações exibido em forma analógica (Core 1 e 2) ou então como um gráfico de barras (Core 3).

"Estamos muito orgulhosos em anunciar a produção local da nova S 1000 RR, uma verdadeira superesportiva de competição que oferece o que há de mais moderno na marca em termos de tecnologia embarcada, estilo e performance. Nós acreditamos no potencial do mercado brasileiro, hoje o sétimo maior mercado da BMW Motorrad em todo o mundo", disse Alejandro Echeagaray, presidente da fábrica do BMW Group.

“Com qualidade e tecnologia globais, aliados a competência do nosso time local, estamos agregando produtos com maior tecnologia e vamos apoiar o crescimento das vendas da BMW Motorrad no Brasil”, finalizou Echeagaray.

COM NOVAS CORES E GRAFISMOS, HONDA APRESENTA LINHA CG 160 2020

Versões Start, Fan e Titan ganham novas cores e parte técnica segue inalterada

Na última segunda-feira (2) a Honda revelou a linha 2020 da CG 160, com as versões Start, Fan e Titan. Seguindo a filosofia do em time que está ganhando não se mexe, a fabricante manteve o pacote técnico, trazendo como novidade novas cores e grafismos para as três versões.

O motor segue, portanto, sendo o monocilíndrico bicombustível de 162,7 cm³, com 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) de potência máxima a 8.000 giros e torque máximo de 1,54 kgf.m (etanol) e 1,40 kgf.m (gasolina) a 6.000 giros.

Cada versão ganhou uma nova cor: na Start, a entrada da linha CG 160, o cinza é a novidade; já na Fan, intermediária, prata é a nova cor; por fim, a Titan, topo de linha da família, agora tem uma opção na cor azul escuro perolizado.

A linha 2020 da Honda CG 160 chega às concessionárias neste mês, com os seguintes preços públicos sugeridos (sem frete):

CG 160 Start – R$ 8.990,00
CG 160 Fan - R$ 9.990,00
CG 160 Titan - R$ 11.090,00

HARLEY-DAVIDSON DE ELVIS É LEILOADA POR MAIS DE R$ 3 MILHÕES

Valor, porém, está abaixo dos R$ 8 milhões esperados pela organização do leilão

Lembram-se da Harley-Davidson FLH 1200 Electra Glide 1976 que pertenceu a Elvis Presley? A moto foi leiloada no último sábado (31), nos Estados Unidos. A expectativa da empresa que organizou o leilão era de alcançar o equivalente a R$ 8 milhões com a motocicleta.

A moto, bem cuidada, esteve exposta - protegida por vidro - no Pioneer Auto Museum, no estado norte-americano da Dakota do Sul, por mais de trinta anos. No hodômetro, apenas 126 milhas (202 quilômetros) rodadas - ou seja, uma moto praticamente zero quilômetro.

O resultado final, no entanto, não chegou nem perto disso. O lance vencedor levou a Electra Glide de Elvis por US$ 800.000, aproximadamente R$ 3.334,000 em conversão direta.

Com isso, a Harley do Rei do Rock se tornou a terceira moto mais cara a ser arrematada em um leilão. O topo da lista segue pertencendo a uma Vincent Black Lightning ano 1951 com a qual Jake Ehret

estabeleceu o recorde de velocidade em 1953, na Austrália - pouco mais de 227 km/h. A moto foi arrematada no ano passado por US$ 929.000, o equivalente a R$ 3.872.000 em conversão direta.

HONDA CBR 1000RR FIREBLADE RECEBE NOVIDADES NA ELETRÔNICA

Fabricante separa controle de tração do antiwheelie e atualiza ABS

A Honda CBR 1000RR Fireblade recebe atualizações para a linha 2019. Externamente, a superesportiva da fabricante japonesa permanece basicamente a mesma, recebendo novos grafismos nas duas versões, Fireblade e SP.

As principais novidades da linha 2019 da Honda CBR 1000RR Fireblade estão na parte eletrônica. A marca mantinha o controle de tração e antiwheelie juntos no HSTC (Honda Selectable Torque Control), o que fazia com que o nível de ajuda para manter a roda dianteira no chão nas acelerações ficasse diretamente ligado ao nível de controle de tração selecionado.

Na linha 2019, a fabricante separou as funções e agora o antiwheelie pode ser configurado de forma independente. Além disso o ABS foi modificado e atua de forma diferente nas frenagens mais
extremas, intervindo menos. Segundo a fabricante, a medida melhora a estabilidade e a performance nas freadas fortes - em uso em pista, por exemplo.

As duas novidades estão disponíveis tanto na versão Fireblade como na SP, a topo de linha. O motor das duas versões também é o mesmo: um quatro cilindros em linha de 998,8 cm³, que desenvolve 191,7 cv a 13 mil giros e torque de 11,82 kgf.m a 11 mil giros.

A versão SP tem peso seco de 182 quilos, enquanto a versão Fireblade tem 183 quilos. O preço sugerido da versão Fireblade é de R$ 71.390, enquanto a versão SP - que tem tanque de combustível em titânio, freios Brembo e suspensões Öhlins - tem preço sugerido de R$ 81.590. A fabricante oferece garantia de três anos sem limite de quilometragem para as duas versões.

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.