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YAMAHA CRIA MOTOR ELÉTRICO QUE PODE ALCANÇAR 273 CV DE POTÊNCIA

Propulsor foi desenvolvido para uso em automóveis e "outros tipos de veículos", segundo a fabricante

A Yamaha anunciou no início deste mês a abertura de pedidos para um motor elétrico. A fabricante japonesa diz que o propulsor foi desenvolvido para automóveis - o projeto vinha sendo testado em um carro da Alfa Romeo - e para "outros tipos de veículos".

Há uma variedade de versões que podem ser encomendadas e elas se diferem pela potência que entregam. Segundo a Yamaha, a potência pode variar entre 35kW e 200kW dependendo do que o comprador deseja.

Convertendo para a unidade de potência utilizada em motores à combustão, os interessados podem encomendar um motor de no mínimo 47 cv e de no máximo 273 cv.

Ainda de acordo com a Yamaha, cada encomenda será customizada de acordo com as necessidades do comprador. O projeto é parte da estratégia de negócios da marca, que ganhou o nome "Transforming Mobility" (Transformando a mobilidade).

Se esse trabalho pode culminar em breve em uma moto de rua elétrica da fabricante japonesa, somente o tempo dirá - no passado, a fabricante já exibiu alguns modelos elétricos, incluindo uma moto elétrica para o trial, mas nenhum produto para as ruas.

Enquanto isso, confira o vídeo oficial do motor elétrico desenvolvido pela Yamaha:


KAWASAKI Z400 É EVOLUÇÃO NA ENTRADA DA FAMÍLIA NAKED DA FABRICANTE

Modelo compartilha não somente plataforma com a Ninja 400, mas também os pontos positivos; confira as primeiras impressões sobre a motocicleta

Anunciada no Brasil no final de julho, a Kawasaki Z400 chegou às concessionárias da marca na segunda quinzena de agosto. Uma das novidades aguardadas para este ano, a naked é a aposta da Kawasaki para brigar pelas vendas no segmento com a Yamaha MT-03.

Durante o Festival Duas Rodas, realizado entre 29 de agosto e 1º de setembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, a fabricante realizou a apresentação oficial da naked que passa a ser a porta de entrada da família Z, substituindo a Z300 – ainda há unidades zero quilômetro da Z300 nas concessionárias, mas a moto já não é mais produzida.

Tomando como base a plataforma da Ninja 400, que chegou ao Brasil no ano passado, a Z400 traz melhorias em desempenho e segurança, além de estar mais leve (167 contra 170 quilos da Z300). No primeiro dia de Festival o MOTO.com.br teve a oportunidade de acelerar a Z400 em Interlagos e traz as primeiras impressões sobre a nova naked.

VELOZ E ÁGIL
No ambiente mais apropriado para ver do que a Z400 é capaz, saímos dos boxes de Interlagos para percorrer algumas voltas no traçado de 4.309 metros – levemente modificado para a realização do festival com a colocação de cones para criar chicanes nos pontos de maior velocidade e a utilização da já existente chicane na curva do Café, um dos trechos mais perigosos do traçado.

Pneus aquecidos e ambientação com a pista feita, chegou a hora de acelerar. Tendo as voltas com a Ninja 400 no circuito do Haras Tuiuti no lançamento da esportiva como base, esperava-se uma moto bastante ágil e com um motor que apresenta desempenho suficiente para velocidades significativamente superiores aos 120 km/h permitidos como velocidade máxima nas rodovias brasileiras.

As expectativas se confirmam após as primeiras voltas no tradicional traçado paulistano. Os bons 48 cv de potência a 10 mil giros e 3,9 kgf.m a 8 mil giros do bicilíndrico de 399 cm³ são suficientes para permitir uma condução divertida em Interlagos, que tem a maior prova de fogo para o conjunto na subida da reta dos boxes. Mesmo utilizando a chicane na Curva do Café, o velocímetro marca mais de 170 km/h antes da freada para o S do Senna com boa margem de segurança.

No trecho mais travado, que começa na forte freada depois do Laranjinha e vai até o modificado Bico de Pato – a organização do Festival não utilizou o traçado original no trecho, também pensando na segurança. As mudanças de direção são feitas sem muito esforço e a Z400 passa confiança nas curvas, permitindo ao piloto carregar boa velocidade no contorno delas.

Nas freadas, o disco dianteiro semi-flutuante de 310 mm dá conta do recado e permite reduzir a velocidade da Z400 com segurança. O conjunto de suspensão, formado por garfo convencional na dianteira e a balança monoamortecida com ajuste de pré-carga de mola, tem um acerto intermediário entre esportividade e conforto, o que deve agradar ao público-alvo da motocicleta.

As trocas de marcha, assim como na Ninja 400, são suaves. Ponto para a embreagem assistida e deslizante, que torna o acionamento do manete mais leve – quando se pensa no uso urbano e diário da moto, o menor esforço nas constantes trocas de marcha pode ser uma vantagem a longo prazo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como o teste foi realizado na pista e completamos poucas voltas, o consumo de combustível não foi aferido. Se a Z400 seguir o ritmo da Ninja 400, a média deve ficar na faixa de 22 km/l na cidade e

26 km/l em rodovia – lembrando sempre que muitos fatores influenciam na média, como o modo como o piloto conduz a moto e o peso do motociclista.

O preço sugerido da Kawasaki Z400 é de R$ 22.990, um pouco acima da principal rival, a Yamaha MT-03, que tem preço sugerido de R$ 22.290. A moto da Yamaha, porém, é menos potente e tem menos torque

(42 cv a 10.750 giros e 3,01 kgf.m a 9 mil giros).

A Kawasaki Z400 tem a missão de elevar as vendas da fabricante no segmento – a meta da marca é que o modelo seja um dos mais comercializados entre as motos naked. Só o tempo dirá se a moto será

capaz de incomodar a MT-03, que hoje abocanha mais de 32% das vendas, segundo os números da Fenabrave, mas o potencial existe.



Ficha técnica Kawasaki Z400:
DIMENSÕES

Comprimento total

1.990 mm

Largura total

800 mm

Altura total

1.055 mm

Distância entreeixos

1.370 mm

Altura do solo

145 mm

Altura do assento

785 mm

Peso (ordem de marcha)

167 kg

Capacidade do tanque

14 litros

PERFORMANCE

Potência máxima

48 cv / 10.000 rpm

Torque máximo

{3.9 kgf.m} / 8.000 rpm


MOTOR

Tipo

Bicilíndrico, DOHC, 4 válvulas

Diâmetro x curso

70,0 x 51,8 mm

Deslocamento

399 cm3

Taxa de compressão

11,5:1

Alimentação

Injeção eletrônica (32 mm x 2)


TRANSMISSÃO

Transmissão final

Corrente

Número de marchas

6 velocidades

Relação de marcha: 1ª

2,929 (41/14)



2,056 (37/18)



1,619 (34/21)



1,333 (32/24)



1,154 (30/26)



1.037 (28/27)

Relação de redução primária

2.219 (71/32)

Relação de redução final

2.929 (41/14)



CHASSI



Tipo

Treliça, aço de alta resistência

Suspensão: Dianteira

Garfo telescópico de 41 mm


Traseira

Amortecedor a gás com ajuste de pré-carga da mola e atuação por link


120 mm

Curso: Dianteira

130 mm

Traseira

24,5°

Cáster

92 mm

Trail

35°/35°

Ângulo de esterçamento (esq./dir.)

110/70R17 M/C 54H

Pneus: Dianteiro

150/60R17 M/C 66H

Traseiro

Disco semi-flutuante de 310 mm

Freios: Dianteiro

Pinça de dois pistões


Traseiro

Disco de 220 mm

Pinça de dois pistões

SÉRIE ESPECIAL DE MOTO ANTI-ACIDENTE ESGOTA, DIZ DAMON MOTORCYCLES

25 unidades da Hypersport Premium, que conta com suspensões Öhlins e balança de fibra de carbono, já foram reservadas

A Damon Motorcycles chamou a atenção do mundo das motos ao apresentar na CES 2020, que aconteceu em janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos, a Hypersport.

A motocicleta elétrica da fabricante canadense se destaca por um sistema anti-acidente desenvolvido em parceria com a BlackBerry. Com câmeras e sensores, o sistema avisa o motociclista sobre eventuais riscos.

Além do sistema anti-acidente, chamado de CoPilot, a Hypersport conta ainda com o Shift, sistema que permite ao piloto ajustar a ergonomia da moto (bolha, manoplas, assento e pedaleiras) acionando apenas um botão.

As primeiras 25 unidades do modelo ganharam o nome Hypersport Premium e receberam itens topo de linha, como suspensões Öhlins, freios Brembo e balança em fibra de carbono.

Se você estava interessado em uma das 25 unidades e não depositou US$ 1.000 (aproximadamente R$ 4.320 em conversão direta) para a reserva, agora é tarde: todas já foram reservadas. O preço da Hypersport Premium é de US$ 39.995, R$ 172.050 em conversão direta.

Agora, os interessados podem apenas reservar a Hypersport HS, que não conta com os itens topo de linha da Premium, mas possui os sistemas CoPilot e Shift como itens de série. Para reservar a Hypersport HS, é necessário depositar um sinal de US$ 100, cerca de R$ 430. O preço inicial do modelo é de US$ 24.995, o equivalente a R$ 107.960.

DUCATI REVELA SUPERLEGGERA V4; COMPRADORES PODEM PILOTAR UMA MOTOGP

Compradores da edição especial da Panigale V4 podem adquirir pacote adicional para pilotar Desmosedici GP20 ou Panigale V4 R do Mundial de Superbike

Fim do mistério: nesta quinta-feira (6), a Ducati revelou finalmente a edição especial da Panigale V4, que chega com o nome Superleggera V4. A moto, que já havia sido alvo de vazamentos, foi apresentada e tudo o que se falava antes se confirma agora.

A começar pelo peso seco de 152 quilos quando equipada com o kit de preparação para as pistas, que também eleva a potência máxima para 237 cv a 15.500 giros com o sistema de escape racing da Akrapovic - o torque fica em 12 kgf.m a 11.750 rotações por minuto.

Sem o kit de corrida, a Superleggera V4 tem peso seco de 159 quilos e o V4 de 998 cm³ de cilindrada alcança 227 cv de potência máxima a 15.250 giros e torque máximo de 11,8 kgf.m nos mesmos 11.750 giros de quando está equipada com o kit.

A leveza se explica pelo uso maciço de fibra de carbono: chassi, carenagem, rodas e as asas duplas que vieram da Desmosedici GP16, moto utilizada pela Ducati na temporada 2016 da MotoGP. Os grafismos, como a imagem da moto vazada há algumas semanas mostrava, é inspirado na Desmosedici GP19, moto de Borgo Panigale na temporada passada da classe principal do Mundial de Motovelocidade.

O conjunto de freios fica a cargo da Brembo, com dois discos de 330 mm mordidos por pinças Stylema na dianteira, enquanto na traseira há um disco de 245 mm - o sistema ABS, atuante em curvas, é da versão EVO.

A suspensão dianteira conta com garfo invertido Öhlins totalmente ajustável, enquanto a traseira é equipada com amortecedor totalmente ajustável, também da Öhlins. A balança monobraço é, como os rumores diziam, feita em fibra de carbono.

O pacote eletrônico é completo: quickshifter bidirecional, modos de pilotagem, modos de potência, controle de tração atuante em curvas, controle de slide, antiwheelie, controle de freio motor, controle de largada e limitador de velocidade em pitlane.

A fabricante não divulgou o preço da Superleggera V4, que terá apenas 500 unidades. No e-mail que deu início aos vazamentos de informações sobre o modelo, havia a indicação de que a série especial da Panigale V4 custaria US$ 100.000 nos Estados Unidos, o equivalente a R$ 427.070 em conversão direta.

Atualização: a moto já pode ser reservada nas concessionárias da marca no Brasil. O preço da Superleggera V4 é R$ 700.000 e, para reservar, o interessado deve desembolsar um sinal de R$ 100.000.

Bônus: pilotar uma MotoGP ou uma Panigale V4 do Mundial de Superbike
30 dos 500 proprietários da Superleggera V4 podem ter uma oportunidade única: a experiência de pilotar um protótipo da MotoGP. A Ducati oferecerá a oportunidade de pilotar a moto desta temporada, a Desmosedici GP20, a 30 interessados que pagarem 20% do valor da moto até 30 de junho deste ano, mais € 4.000 (R$ 18.750, aproximadamente).

Se o proprietário não conseguir entrar no grupo dos 30 que vão assumir o guidão da Desmosedici GP20 e mesmo assim pagar os 20% do valor da Superleggera V4 até a mesma data, a Ducati oferece outra opção: a de pilotar a Panigale V4 R que será utilizada na temporada 2020 do Mundial de Superbike.

Os interessados deverão se submeter aos requisitos físicos estabelecidos pela Ducati, apresentando atestados que comprovem boa forma física. Além disso, antes de entrar na pista, os motociclistas deverão ser aprovados em um exame médico que será realizado no local.

O circuito escolhido pela Ducati é Mugello, que sedia o GP da Itália de MotoGP. Para pilotar a Desmosedici GP20, duas datas: 9 e 28 de julho. Já para a Panigale V4 R do Mundial de Superbike, mais datas: 10, 29 e 30 de julho, além de 18 e 19 de agosto.

NOVA HONDA CBR 250 RR É REVELADA

Imprensa japonesa divulga fotos da nova CBR 250 RR que poderá ser lançada no mercado asiático

Uma CRB RR "baby" foi revelada ontem pela imprensa japonesa e deve chegar ao mercado asiático antes do fim deste semestre.

Segundo informações do motor ao contrário do que foi especulado há alguns meses, se trata de um dois cilindros e não com "quatro canecos" como os europeus esperavam, principalmente após o lançamento da Kawasaki com esta configuração de motor em 250cc.

O novo modelo tem um design semelhante a Fireblade. O motor deve ter algo muito próximo de 41 cv de pontência máxima, e segundo as informações divulgadas o cânbio conta com quick-shift bidirecional e embreagem deslizante. A suspensão dianteira é USD, o chassi confeccionado em treliça e a balança traseira em alumínio.

O valor divulgado é que será comercializada no Japão por 847 mil ienes, algo próximo a 33 mil reais. Ainda não há previsão de chegada deste modelo ao Brasil.

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O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.