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HISTÓRIA DA MOTOCICLETA - HONDA CB 750 FOUR, UMA MOTO PARA SEMPRE!

A Honda acertou a mão em 1968 quando lançou essa obra prima! Se encontrar alguma por ai, pare, aprecie, fotografe e espere até o dono ligar o motor!

Essa foi uma das máquinas que revolucionou o mundo da moto e ainda arranca suspiros por onde passa!



O ano era 1968, outubro, e ninguém imaginava o que estava para acontecer quando a Honda anunciou e exibiu sua CB 750 no Salão de Tóquio. Nesse momento os fabricantes de motocicletas do mundo todo coçaram a cabeça pensando em como entrar nessa briga, ou melhor, se deveriam entrar…

Ela chega com uma tecnologia que era novidade em modelos de série, um motor de quatro cilindros em linha avançando os limites de espaço do quadro de berço duplo, comando de válvula no cabeçote, partida elétrica, freio a disco, painel completo e quatro escapamentos cromados que muitas vezes viraram 4x1. Uma pergunta que não sei a resposta é: porque o local da chave era naquele lugar?

O motor desenvolve 67cv e leva a moto perto dos 200km/h pesando 240 kg! É pesada, potente e a dúvida ficava se o disco simples conseguiria conter tudo isso.

Outro fato que fez dessa moto um ícone até os dias de hoje é o fato de ser inquebrável! As amizades feitas com os mecânicos estavam abaladas desde então, pois as visitas passaram a ser feitas com maior intervalo de tempo. A potência do motor exigia bastante da transmissão secundária mas, muitos mecânicos ficaram famosos trabalhando nesse modelo para levá-los aos circuitos de corrida.

Com vitórias em corridas de endurance como o Bol d’Or em 1969 e as 200 milhas de Daytona em 1970 ela se consagra no Line up da marca por 10 anos com poucas mudanças, e demorou todo esse tempo para a concorrência tomar uma atitude. Em 1979 entra o duplo comando no cabeçote, as outras marcas se mexem e pronto. Mesmo assim, 400 mil delas, das primeiras especificações foram produzidas, com exatos 736 cc e comando simples no cabeçote (SOHC)

A EVOLUÇÃO É BEM VINDA MAS, ESTOU FICANDO COM MEDO!

Você pensou que chegaríamos ao ponto de se preocupar com esse tipo de coisa? Motos, carros e tudo mais?

Esse é um assunto que, sinceramente, nem sei por onde começar…

A evolução das “coisas" está acelerada demais! Moto que não cai, carro estaciona sozinho, veículos elétricos que emparelha celular, toca música, fala com vídeo, Wi Fi no carro, caminhões que são bloqueados remotamente,…ops! Espera um pouco…Se consegue bloquear o caminhão remotamente…

A espanhola Nuuk Cargopro é o primeiro “veículo ciberseguro” do mundo! Detalhe: nem sei se esse termo existe ou está certo mas, acho que deu para entender o significado, e só! Eu ainda não entendi…vamos lá, me ajuda e no final concluímos.

Bluetooth, GPS, Airbag, chamada de emergência, chave inteligente, concierge, conectividade de dispositivos móveis e outras inovações mais, estão nos tornando cada vez mais on-line e, por outro lado, aumentando nossa vulnerabilidade.

Viajando para Nova Zelândia, na final do GS Trophy em 2020, no aeroporto de Buenos Aires perdi o acesso a minha conta do Instagram num estalar de dedos! Sem entrar em detalhes mas foi simples assim, do nada…e nunca mais…perdi a conta com 5 mil seguidores e, onde faria a divulgação do Trophy! Foi o caos!

Voltando…

Os veículos elétricos também têm a facilidade de se conectar com tudo e serem rastreados, armazenar dados, fotos, enfim, vai longe, e cada dia mais “vantagens" surgem devido à concorrência e evolução.

Devido a isso, a UNECE ( Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa) desenvolveu o regulamento de segurança cibernética para veículos, o UNECE/R155 que, "se liga", estabelece os requisitos mínimos de segurança cibernética que um veículo deve atender.Que por sinal está em vigor, desde Janeiro de 2021! SIMMMM! Um ano atrás!

Essa regulamentação exige que, carros, ônibus, caminhões, vans, trailers e motorhomes, atendam os requisitos mínimos a respeito.

-Ah, legal! Não tem moto!

Mas… a empresa EuroCybcar, um passo à frente, quis fazer o teste com uma motocicleta para ver o que pode acontecer, e como se prevenir a respeito. Como uma motocicleta deve ser preparada se tiver um mínimo de conectividade?

Pois o escolhido foi o Nuuk Cargopro que, devido a isso, se tornou o primeiro “veículo ciberseguro” do mundo, passando nos testes criados pela norma UNECE/R155 que está de acordo com os procedimentos e metodologia ESTP (EUROCYBCAR protocolo de teste padrão).

Já deu uma “clareada" no que é? E o que vem por aí? Mas continua, que é interessante… ou apavorante…sei lá!

Devido a isso, a NUUK Mobility Solutions se tornou a primeira empresa automotiva do mundo a oferecer um veículo com certificado de cibersegurança veicular. E quem audita se está tudo ok e dá a certificação que vale três anos, é a AENOR (Associação Espanhola de Padronização e Certificação)! A coisa lá fora é séria! Pelo menos parece!

Estou curioso e você deve estar também mas, em tempo de COVID 19 e algumas variantes mais, onde enfiam um cotonete quilométrico na nossa narina e fica sambando lá dentro, como será que são feitos esses testes, e quais são eles para esse modelo ser aprovado? Pois o tecnológico cotonete não vai funcionar…

A metodologia inclui três testes realizados no laboratório da Eurocybcar, no norte da Espanha, na cidade de Vitoria. São eles:

Acesso Físico: Vai checar se algum desses “nerds" do mal, ou "cibercriminosos" , podem manipular ABS ou direção usando a porta OBD ( aquela onde as oficinas passam o scanner para checar problemas), ou ainda, se um vírus que paralisa o sistema do veículo e coloque vidas em risco, pode ser inserido pela porta USB. ( igual dos caminhões que sabem tudo o que acontece durante a viagem)

Acesso Remoto: Analisam conexões Bluetooth, Wi-Fi ou o sistema sem chave, para saber se a segurança do veículo ou os dados privados do usuários estão vulneráveis!

Teste de Aplicativos: Checam a vulnerabilidade dos que já vem com o veículo e os oficiais da marca que os proprietários baixam nos celulares para controlar alguns “mimos”, como aquecer o carro antes de chegar nele… mas vai mais longe. A gama de informações que esses apps armazenam vai muito além. Rotas, autonomia, alertas, enfim…é muita coisa que, se cair em mãos erradas, podem ser usadas para o mal.

Bom, se chegou aqui, deve estar pensando: “onde isso vai parar?”

Não faço ideia do rumo que tomaremos mas, uma coisa eu sei, não vou vender minha moto carburada e sem eletrônica tão cedo… e, se alguém pedir para carregar o celular na USB do carro, vou dizer que não está funcionando…vai que…

Boa sorte para nós!

Seguro para entregadores de iFood e Uber Eats é sancionado por Bolsonaro

Lei obriga plataformas como Uber Eats, Rappi e iFood a contratarem seguro contra acidentes, invalidez ou morte a entregadores na pandemia

A partir desta quinta-feira (6), entregadores de plataformas de delivery como iFood, Uber Eats e Rappi terão direito a cobertura de seguro enquanto prestarem serviços às empresas. Ontem à noite, o presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos o projeto de lei que prevê remuneração em casos de acidentes, invalidez ou morte durante a locomoção dos motoqueiros de aplicativo enquanto durar a pandemia de COVID-19. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).


Entregadores de iFood, Uber Eats e Rappi têm direito a seguro contra acidentes, invalidez ou morte
Foto: Roberto Parizotti/ FotosPúblicas / Tecnoblog

O PL 1665/2020 é de autoria do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). Para aprovação na Câmara dos Deputados em dezembro, foi proposto um substitutivo do texto, criado pelo deputado Fábio Trad (PSD-MS).

(Fonte: Pedro Knoth) - 10/01/2022
Principais insights e tendências de marketing digital para 2022

A pandemia elevou os investimentos em marketing digital e mudou o comportamento dos consumidores

Chegamos ao final de 2021, novamente um ano atípico e marcado por uma crise sanitária mundial que se iniciou em 2020, impactando o mercado e o dia a dia das pessoas em diversos sentidos. O digital, que já se consolidava há alguns anos, ganhou ainda mais força e acelerou sua expansão por conta do confinamento, e a tendência é que continue a crescer nos próximos períodos.

A pandemia elevou os investimentos em marketing digital e mudou o comportamento dos consumidores, como podemos perceber com os dados apontados neste artigo, que utiliza como fontes as análises de SMO Survey, eMarketer e WSI. Embora a maior parte das informações apuradas diga respeito aos Estados Unidos e à América do Norte, elas funcionam como guia para as mudanças que já vemos ou veremos em pouco tempo no Brasil, pois americanos costumam ser pioneiros no segmento.

De acordo com projeções do The CMO Survey, haverá um crescimento médio de 14,7% nos investimentos de marketing digital para os próximos 12 meses, comparado com apenas 5% no Marketing offline. Para aplicar essa verba, as empresas focam em 4 recursos principais: otimização do site (77,4%), mídia paga e SEO (69%), data analytics e IA (65,7%), plataformas digitais e outras tecnologias (61,6%).

Um estudo da eMarketer, o Chief Marketing Officer Leadership Vision 2022, determinou que 83% dos CEOs pretendem aumentar investimentos no digital, o que confirma fortemente essa previsão. No entanto, cabe mencionar que apenas 46% pensam em aumentar investimento de marketing de modo geral, o que confirma um redirecionamento dos gastos em marketing offline para online. Outra tendência é ampliar as responsabilidades do profissional de marketing (antes conhecido como Chief Marketing Officer), que passa a ser Chief Connecting Officer, com maior interação com outras áreas da empresa e mais responsabilidades de gestão e coordenação das atividades digitais entre as áreas.

Está claro que os investimentos em marketing digital devem crescer para acompanhar as tendências de mercado. Porém, como direcionar essa verba em ações que gerem resultados efetivos? De acordo com nossas análises na WSI, o conteúdo continuará tendo um papel importantíssimo em 2022, mas determinados formatos terão maior popularidade. Os vídeos curtos, em novas plataformas como TikTok, tornaram-se mais atrativos em 2021 e tenderão a receber ainda mais atenção dos consumidores nos próximos 12 meses. Outro método que se consolida é o conteúdo ao vivo nas redes sociais, que se tornou popular em vários nichos de mercado, com plataformas como Twitter Spaces.

Você pode achar graça no novo nome “Meta” que o Facebook escolheu para sua empresa, mas isso é um prenúncio do que está por vir. O conceito de metaverso – essencialmente um universo digital – entrou em cena em 2021 e logo entrará no mundo dos negócios. Acreditamos que isso será verdade já em 2022.

Em paralelo com a ampliação desse universo digital, os avanços científicos em vacinas e tratamentos para COVID-19 nos levam a projeções otimistas sobre a volta de estratégias voltadas ao marketing de experiência. Depois de um longo período de confinamento, todos ansiamos por mais contato, e isso se estende ao momento de compra. Proporcionar momentos marcantes, em que o cliente em potencial possa captar qualidades de produtos e serviços com seus sentidos, é benéfico para qualquer marca. Embora a pandemia tenha acelerado o crescimento do marketing digital, esperamos que todos possam também ampliar suas possibilidades offline, tanto no mercado quanto na vida, em 2022.

Caio Cunha é Presidente da WSI Master Brasil, co-Fundador da WSI Consultoria e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board. Com mais de 25 anos de experiência na indústria de tecnologia, atingiu cargos executivos de alto nível, em grandes empresas multinacionais como PWC (com clientes IBM e Unisys), SAP e Hitachi Data Systems, no Brasil e no exterior.

(Fonte: Caio Cunha) - 10/01/2022
RELÍQUIAS E HISTÓRIAS DAS DUAS RODAS: BMW R90S - A ESPORTIVA DA BMW!

Essa foi a primeira verdadeira esportiva da marca alemã e fez sucesso! A BMW Motorrad começou nas esportivas com esse modelo, e foi sucesso!

No ano de 1969 a BMW apresentou, com motor flat-twin e transmissão por eixo cardã, a 75/5, uma nova 750. A mudança do garfo Earles, muito apreciado pelos amantes de Sidecar, por um garfo telescópio, foi o que mais chamou a atenção. Ela era comercializada em mais duas versões: 500 e 600cm³.

Essa série 5, foi a primeira a ser feita completamente na fábrica de Berlim que, em 1970, produziu 12.287 unidades. Em julho de 1973, com o final da produção da série 5, haviam deixado a fábrica de Berlim nada menos que 68.956 motocicletas.

A R90S foi a primeira verdadeira esportiva da marca. Ela encabeçou a série com dois carburadores DellOrto, 67cv, velocidade máxima de 200km/h, zero a 100km/h em menos de 5 segundos, freio a disco duplo na dianteira e tambor na traseira, motor boxer bicilíndrico 4T com 898cm³, controle de válvula eletrônico (Eletronic Control Valve - ECV) e comando simples de válvula no cabeçote (Single Overhead Camshaft - SOHC).

Ela vem para quebrar a normalidade! Pela primeira vez um moto produzida em série vem com carenagem de farol que abriga parte dos instrumentos. O projeto de Hans Muth é inédito.

Completando o painel de instrumento existem um relógio e um voltímetro. Além disso, o banco possui um apoio no final, dando mais esportividade ao visual da moto. Em duas versões de cores, preto e laranja degradê, ambas aplicadas à mão. Exclusividade!

As BMW R90S viveram o auge nos circuitos. No ano de 1975, Hubert Rigal vence o Tour de France e vai ao pódio do Bol dOr. Além disso, Steve McLaughlin e Reg Pridmore, nos Estados Unidos, conquistaram os dois primeiros lugares em Daytona no Campeonato AMA Superbike. Em 1977 a R 90S deixa seu posto para a R100 RS, primeira moto comercializada com carenagem integral testada em túnel de vento.

Um fato curioso é que em 1.973, 50 motocicletas BMW R 75/5 750 cc, modelo especial, importadas da Alemanha, foram adquiridas pelo DER, (Departamento de Estradas e Rodagem) para o policiamento nas estradas paulistas.

Mesmo sendo mais cara que a concorrência japonesa, 17.500 exemplares saíram da fábrica de Munique, o que tornou a BMW R90S uma raridade de sucesso consagrado.

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.