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BMW MOTORRAD APRESENTA DEFINITION CE 04, CONCEITO DE SCOOTER ELÉTRICO

Criação é continuidade do Concept Link, exibido no Concorso dEleganza Villa dEste de 2017

Nesta semana, a BMW Motorrad apresentou o scooter conceito Definition CE 04, uma evolução do Concept Link - este, exibido na edição 2017 do Concorso dEleganza Villa dEste. A BMW não divulgou a capacidade do motor elétrico, mas destacou que o conceito é quase a versão de produção.

E se o foco no Concept Link era o design - em linhas gerais, mantido - no Definition CE 04 o destaque é a tecnologia. A filosofia do conceito, segundo a BMW, é resumida no lema "conectado à vida".

O painel, por exemplo, é de 10,25 polegadas, permite conectividade com smartphones e exibe informações como as configurações do modelo ou a navegação por GPS.

"A mobilidade elétrica é algo fundamental para a BMW, sendo constantemente um dos pilares em nossa estratégia de sustentabilidade. Motores elétricos estão em destaque na BMW Motorrad, especialmente para o perímetro urbano. Desde 2013, temos sido pioneiros nesta área com o scooter C evolution. O Definition CE 04 é a evolução natural de uma estratégia de mobilidade elétrica para deslocamentos urbanos e apresenta uma prévia contreta do que um veículo contemporâneo deve ser. Com isso, levaremos a mobilidade elétrica em áreas urbanas para um novo nível, tanto em termos técnicos quanto visuais", disse Edgar Heinrich, chefe de design da BMW Motorrad.

Além disso, a fabricante desenvolveu também equipamentos de proteção que seguem a filosofia e se integram ao design do Definition CE 04. Calça, tênis, e capacete são feitos nas cores do conceito, mas o destaque vai para a jaqueta.

O equipamento é a prova dágua e, além de contar com proteções internas, conta com faixas luminosas que ajudam o motociclista a ser visto no trânsito e um dos bolsos permite a recarga da bateria do smartphone pelo processo de indução.

"Nossa intenção era criar um visual urbano que fosse funcional, diferente das roupas de proteção comuns para motociclistas. Queríamos desenvolver produtos que permitam ao motociclista estacionar a moto e trabalhar sem ter de trocar de roupa. Ao mesmo tempo, o equipamento oferece a proteção de sempre e ainda se torna parte da comunicação do veículo com o mundo exterior", explicou Julia Lein, chefe de design de equipamentos de proteção da BMW Motorrad.

HONDA ADV 150 CHEGA ÀS CONCESSIONÁRIAS EM DEZEMBRO; SAIBA PREÇO

Novo scooter da fabricante traz espírito aventureiro do irmão maior X-ADV, com suspensão de curso elevado e pneus de uso misto

Um ano após aparecer pela primeira vez em solo brasileiro, durante o Salão Duas Rodas de 2019, o Honda ADV 150 é apresentado oficialmente pela fabricante no Brasil. O modelo conta com o visual e a proposta mais aventureira do irmão maior, o X-ADV.

O motor é o mesmo que equipa o PCX, um monocilíndrico de 149,3 cm³ que entrega os mesmos 13,2 cv de potência máxima a 8.500 giros. O torque máximo também é o mesmo, de 1,38 kgf.m, mas no ADV 150 a força máxima é alcançada a 6.500 rotações por minuto, contra 5 mil giros no PCX.

Segundo a Honda, mudanças internas foram feitas no motor e no sistema de escape para que mais potência e torque fossem entregues em regimes baixos e médios de rotação. A transmissão é automática, do tipo CVT.

O visual, como destacado no início, é inspirado no X-ADV, com linhas e ângulos retos em comparação com o PCX. O sistema de iluminação, full LED, conta com luzes de posição diurnas.

O chassi do ADV 150 é derivado do PCX e foi submetido a modificações para receber um conjunto de suspensão da Showa. Na dianteira, o garfo convencional possui 130 mm de curso. Na traseira, dois amortecedores com reservatório externo dão para a traseira curso de 120 mm.

Para efeito de comparação, o PCX possui curso de 100 mm tanto na suspensão dianteira quanto na traseira. O maior curso do conjunto do ADV 150 deve proporcionar ao piloto mais conforto no irregular asfalto brasileiro e permitir leves incursões em estradas sem asfalto.

Os pneus de uso misto, de medida 110/80 aro 14 na dianteira e 130/70 aro 13 na traseira também contribuem para o visual e para a proposta on/off da novidade da Honda. A distância mínima em relação ao solo é de 165 mm, contra 137 mm do PCX.

O sistema de freios é composto por um disco do tipo wave de 240 mm na dianteira, com pinça de pistão duplo e sistema ABS. Na traseira, sem ABS, há um disco wave de 220 mm, com pinça simples e sem o sistema que impede o travamento da roda.

Recursos
O ADV 150 conta também com chave de presença (Smart Key), no qual basta portar o dispositivo para ligar o scooter. Um botão giratório localizado logo à frente do piloto permite colocar o modelo em condições de dar a partida, além de abrir os compartimentos sob o assento e o que dá acesso ao tanque de combustível.

Assim como outros scooters da marca, o ADV 150 conta com o sistema start/stop - ou ISS (Idling Stop System), como denomina a fabricante - que desliga o motor em paradas nos semáforos, por exemplo, ligando novamente o propulsor assim que o piloto aciona o acelerador.

O painel, em LCD com fundo escurecido, é amplo conta com velocímetro, hodômetro e indicador de consumo de combustível, entre outras informações. O tanque de combustível, assim como o do PCX, tem capacidade para oito litros.

Sob o assento, o ADV 150 tem capacidade de 27 litros, o que segundo a fabricante permite levar um capacete fechado e pequenos objetos. No escudo dianteiro há ainda um compartimento de dois litros que possui uma tomada 12v, que permite o carregamento de smartphones, por exemplo. O para-brisa dianteiro é ajustável em dois níveis e a regulagem é feita sem o uso de ferramentas.

Números finais, preço e previsão de chegada às concessionárias
O ADV 150 tem peso seco de 127 quilos, apenas um a mais em relação ao PCX. O assento, porém, fica mais distante do solo, o que era de se imaginar pela proposta aventureira do novo scooter: são 795 mm, enquanto no PCX o assento fica a 764 mm do solo.

Segundo a Honda, o ADV 150 chega às concessionárias da marca em dezembro e as cores disponíveis serão vermelho perolizado e branco perolizado. O Honda ADV 150 vai custar R$ 17.490, preço base São Paulo, sem frete.

OLIVEIRA FECHA ANO COM VITÓRIA EM PORTUGAL; MORBIDELLI É VICE-CAMPEÃO

Miguel Oliveira disparou venceu de ponta a ponta; Franco Morbidelli, com uma Yamaha defasada em relação aos demais pilotos da marca, termina ano em segundo

A temporada 2020 da MotoGP chegou ao fim neste domingo (22) com uma atuação dominante de Miguel Oliveira, que venceu de ponta a ponta com grande vantagem sobre Jack Miller, o segundo colocado.

Miller repetiu o duelo com Franco Morbildelli, desta vez pelo segundo lugar, e superou o ítalo-brasileiro na última volta para terminar em segundo e dar para a Ducati o título de construtores em 2020.

Para Morbidelli, o terceiro lugar confirmou o vice-campeonato. Único dos quatro pilotos Yamaha a não contar com a M1 2020, Morbidelli foi o melhor piloto da fabricante japonesa na temporada e termina o ano em alta.

A corrida
Oliveira manteve a liderança na largada, seguido por Morbidelli e Miller. Na primeira volta, Mir ganhou oito posições e apareceu em 12º, mas um toque em Johann Zarco fez o campeão de 2020 perder várias posições e voltar para o fundo do pelotão.

Enquanto isso, com um ritmo muito superior, Oliveira já abria quase dois segundos com três voltas completadas. Morbidelli resistia à pressão de Miller, Cal Crutchlow era o quarto e um surpreendente Stefan Bradl fechava o top-5, seguindo de perto o britânico. Entretanto, uma volta depois o alemão foi superado por Pol Espargaró.

O espanhol, que se despedia da KTM em Portugal, queria mais do que o quinto lugar e na sétima volta deixou Crutchlow para trás e assumiu a quarta posição. Na frente, a vantagem de Oliveira na liderança já era de quase 3s6 com oito voltas completadas.

Se na frente não havia disputa, a batalha pelas posições intermediárias trazia um pouco mais de emoção, como a luta pelo quarto lugar, que envolvia Pol Espargaró, Crutchlow, Bradl e Johann Zarco. A disputa entre os quatro permitia a aproximação de mais três pilotos: Andrea Dovizioso, Takaaki Nakagami e Alex Rins.

Quem não estava nada bem na prova eram as M1 2020. Enquanto Morbildelli seguia em segundo com a M1 que mescla partes da moto de 2019 com a deste ano, a melhor moto 2020 era a de Fabio Quartararo, em 13º. Maverick Viñales era o 14º e Valentino Rossi, na prova de despedida da equipe oficial da Yamaha, o 15º. Mas pior mesmo foi a primeira corrida de Mir como campeão do mundo: um problema na Suzuki GSX-RR obrigou o espanhol a recolher para o box e abandonar.

A oito voltas do fim, com mais de quatro segundos de vantagem, a vitória de Oliveira já parecia garantida. Restava a luta pelo segundo lugar, mas Miller não conseguia se aproximar o suficiente de Morbidelli até então. O duelo entre Miller e Morbidelli parecia ficar para as voltas finais, assim como aconteceu no GP de Valência. E, diferente do que aconteceu na corrida anterior, Miller superou Morbidelli na última volta para terminar em segundo.

Na frente, Oliveira seguiu sem ser incomodado para vencer em casa e fechar o ano com duas vitórias. O segundo lugar de Miller foi importante para a Ducati, que se sagrou campeã entre os construtores. O terceiro posto de Morbidelli foi mais do que suficiente para o ítalo-brasileiro confirmar o vice-campeonato.

Pol Espargaró foi o quarto e Nakagami completou o grupo dos cinco primeiros no GP de Portugal. Na corrida de despedida da Ducati, Dovizioso foi o sexto, seguido por Bradl, Aleix Espargaró, Alex Márquez e Zarco, que fechou o top-10 no Autódromo Internacional do Algarve. Na despedida da MotoGP, Crutchlow terminou em 13º, uma posição atrás de Rossi na última prova com a Yamaha.

Na Moto2, a vitória ficou com Remy Gardner e o título de 2020 com Enea Bastianini, enquanto na Moto3 Raul Fernandez venceu novamente, mas o campeão foi Albert Arenas.

Confira a classificação final do GP de Portugal de MotoGP:
Pos. Pontos Num. Piloto Equipe Moto Tempo/dif.
1 25 88 Miguel OLIVEIRA Red Bull KTM Tech 3 KTM 41 48.163
2 20 43 Jack MILLER Pramac Racing Ducati 3.193
3 16 21 Franco MORBIDELLI Petronas Yamaha SRT Yamaha 3.298
4 13 44 Pol ESPARGARO Red Bull KTM Factory Racing KTM 12.626
5 11 30 Takaaki NAKAGAMI LCR Honda IDEMITSU Honda 13.318
6 10 4 Andrea DOVIZIOSO Ducati Team Ducati 15.578
7 9 6 Stefan BRADL Repsol Honda Team Honda 15.738
8 8 41 Aleix ESPARGARO Aprilia Racing Team Gresini Aprilia 16.034
9 7 73 Alex MARQUEZ Repsol Honda Team Honda 18.325
10 6 5 Johann ZARCO Esponsorama Racing Ducati 18.596
11 5 12 Maverick VIÑALES Monster Energy Yamaha MotoGP Yamaha 18.685
12 4 46 Valentino ROSSI Monster Energy Yamaha MotoGP Yamaha 18.946
13 3 35 Cal CRUTCHLOW LCR Honda CASTROL Honda 19.159
14 2 20 Fabio QUARTARARO Petronas Yamaha SRT Yamaha 24.376
15 1 42 Alex RINS Team SUZUKI ECSTAR Suzuki 27.776
16 9 Danilo PETRUCCI Ducati Team Ducati 34.266
17 82 Mika KALLIO Red Bull KTM Tech 3 KTM 48.410
18 53 Tito RABAT Esponsorama Racing Ducati 48.411
Não completaram
32 Lorenzo SAVADORI Aprilia Racing Team Gresini Aprilia 3 voltas
36 Joan MIR Team SUZUKI ECSTAR Suzuki 10 voltas
33 Brad BINDER Red Bull KTM Factory Racing KTM 23 voltas
63 Francesco BAGNAIA Pramac Racing Ducati 0 voltas

LORENZO E CRUTCHLOW INICIAM GUERRA DE PALAVRAS APÓS MUDANÇAS NA YAMAHA

Espanhol foi substituído por britânico no posto de piloto de testes da marca japonesa e disse que mudança foi como trocar ouro por bronze

Cal Crutchlow foi confirmado há alguns dias como o novo piloto de testes da Yamaha para 2021, ocupando o posto que foi de Jorge Lorenzo neste ano. O espanhol, que conquistou três títulos na MotoGP com a fabricante japonesa, foi pouco utilizado em 2020.

Na última aparição, durante os testes de reconhecimento do Autódromo Internacional do Algarve, o tricampeão esteve muito abaixo do ritmo dos demais. Lorenzo alega ter sido pouco utilizado, enquanto os pilotos da Yamaha chegaram a questionar a vontade do espanhol de trabalhar.

Em um cenário com mais dúvidas do que respostas, Lorenzo colocou mais lenha na fogueira ao responder um internauta no Twitter, dizendo que a decisão da Yamaha de trocá-lo por Crutchlow foi como "trocar ouro por bronze".

O britânico, conhecido pelas respostas diretas, respondeu ao comentário do espanhol quando perguntado pela imprensa durante o final de semana do GP de Portugal, que encerra a temporada 2020 da MotoGP.

“No fim das contas eu não tenho nada a dizer para ele. Eu o respeito totalmente como piloto e como alguém que foi cinco vezes campeão mundial - ele vai dizer várias vezes a você que ele é pentacampeão mundial!", disse Crutchlow.

“Ele é um piloto muito especial em cima de uma moto. Mas isso não quer dizer que ele seja um grande piloto de testes. Eu acho que você precisa relevar algumas coisas que ele diz. Foi o que fiz neste caso, porque é uma declaração de alguem que diz coisas sobre os outros o tempo todo. No fim, não é algo que me preocupa. Estou feliz, tenho coisas a fazer, uma família, bons amigos. Ele obviamente está entediado em casa", acrescentou Crutchlow.

Lorenzo rebateu os comentários de Crutchlow, desta vez utilizando o Instagram. Usando uma imagem de uma queda do britânico durante a passagem de uma temporada pela Ducati, em 2014, o espanhol disse que "dizer que não sou um bom piloto de testes é como dizer que a Terra é plana", disparou Lorenzo.

“Os engenheiros na Yamaha e na Ducati sabem de minhas capacidades para fazer uma moto evoluir e ser cada vez mais rápida. Se falarmos apenas de números, é fato que as duas equipes venceram menos desde que as deixei. Já Cal é um dos pilotos com menos vitórias e mais quedas nos últimos dez anos. Ele será um grande piloto para testar a resistência da moto", completou com ironia o tricampeão da MotoGP e bicampeão nas 250cc.

FLAGRA: NOVA APRILIA RSV4 É VISTA EM VERSÃO DE TESTE NA ITÁLIA

A Aprilia RSV4, que emprestou parte do motor para a criação da RS 660 - são dois cilindros e 660 cm³ de cilindrada, tendo como base os dois cilindros dianteiros da superesportiva - agora é inspirada pela irmã menor na nova geração, que parece próxima do lançamento.

Um internauta atento flagrou uma versão de testes que, pelo que tudo indica, consiste na nova geração da superesportiva da fabricante de Noale. A inspiração na RS 660 aparece na dianteira, que apresenta conjunto óptico e design semelhante ao da esportiva média.

Na imagem lateral (no topo deste texto) é possível ver o detalhe da nova balança traseira, que apresenta um desenho inspirado nas motos de competição - entre os modelos de rua, a nova BMW S 1000RR utiliza design semelhante.

Ainda não se sabe quando a novidade será apresentada, mas a imprensa internacional crê que o modelo flagrado deve ser apresentado como a versão 2021 da RSV4.

Confira mais imagens da nova RSV4, com o detalhe da dianteira inspirada na RS 660.

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