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HARLEY-DAVIDSON ULTRA LIMITED 2019 TEM MAIS DESEMPENHO E CONFORTO

Modelo top de linha da família touring ganha motor maior e nova central multimídia com sistema para espelhar smartphones Apple. Preço parte de R$ 103.900

A Harley-Davidson Ultra Limited, uma das motos preferidas dos fãs da marca norte-americana para longas viagens com bagagem e garupa, recebeu melhorias significativas para 2019. O modelo top de linha da família Touring recebeu um motor de maior capacidade cúbica, passando de 1.753 cm³ para 1.868 cm³, que produz 5% mais torque e acelera mais rapidamente de 0 a 100 km/h.

Outra novidade voltada para aumentar o conforto do modelo Touring é a central multimídia Boom! Box GTS. O novo sistema de infotainment (informação e entretenimento) que, no caso da Ultra Limited conta com quatro alto-falantes de 25W cada, traz uma interface mais amigável e conta com o sistema Apple Car Play. Dessa forma, os proprietários de iPhone podem espelhar seus smartphones na tela sensível ao toque que ficou maior com 6,5’’.

Embora a Harley-Davidson tenha anunciado uma estratégia para atrair novos clientes no ano passado, a centenária marca norte-americana não descuidou de seus modelos mais emblemáticos. Desde 2014 com o projeto Rushmore, as motos da família Touring têm evoluído gradativamente, recebendo melhorias na parte ciclística, na ergonomia e também no motor. Para este ano, a central multimídia é, sem dúvida, a maior evolução.

Mais rápida
Logo ao ligar a moto já se nota a diferença em relação à antiga central multimídia, chamada de GT. Com processamento melhor, a nova GTS se inicia em questão de segundos. Pode até parecer “frescura”, mas para quem paga mais de R$ 100 mil em uma moto, pode ser entediante ter que esperar para poder conectar o smartphone ou escolher o destino no navegador.

Além de maior, a tela sensível ao toque ficou mais intuitiva com ícones mais claros e navegação facilitada. Em pouco tempo, consegui conectar meu smartphone ao sistema por Bluetooth e ouvir música ou receber chamadas. Infelizmente, não é possível controlar todas as funções do player de música, pois meu celular era Android.

Essa facilidade fica reservada aos donos de iPhone, caso de outros jornalistas presentes ao evento de lançamento da linha 2019 realizado no México. O Apple Car Play permite uma interação melhor com as funções do smartphone. As conexões, aliás, ainda contam com entrada USB. Pode-se ouvir música de um pen-drive ou recarregar o celular. Há ainda rádio AM e FM e por satélite, mas esse serviço não está disponível no Brasil.

Menos calor
O motor de dois cilindros em “V”, batizado de Milwaukee-Eight, nasceu em 2017 com a proposta de gerar menos calor e menos vibração, além de oferecer melhor desempenho com quatro válvulas por cilindro. A versão 114 que equipa a Ultra Limited ainda oferece arrefecimento líquido no cabeçote, o que contribuí ainda mais para reduzir o calor produzido pelos dois grandes cilindros que deslocam 1.868 cm³.

Embora não seja uma refrigeração líquida completa, já é possível notar a diferença em relação aos outros modelos da família Touring, que também receberam o motor de maior capacidade, mas sem o sistema de arrefecimento. O primeiro contato com a Ultra Limited aconteceu na Riviera Maia, no estado de Yucatán, no México, sob um calor de mais de 30° C.

Nessa situação, ficou claro o maior conforto proporcionado pelo motor da Ultra Limited. As pernas recebiam menos calor e o ruído vindo do motor também era menor. Também pude rodar com outros modelos, como a Street Glide Special e a Road Glide Special, que não têm arrefecimento. E, se fosse escolher, não hesitaria em pagar mais pelo motor com arrefecimento líquido.

Outro benefício da Ultra Limited é a capacidade de carga. Além das malas laterais rígidas, o modelo conta com um top-case, que acomoda facilmente dois capacetes fechados.

Na parte ciclística, a Ultra Limited também leva certa vantagem em relação a outros modelos. As rodas aro 17, na dianteira, e 16, na traseira, deixam essa luxuosa Touring mais ágil do que sua irmã Street Glide que tem roda de 19’’ polegadas na dianteira. O menor diâmetro deixa o guidão mais leve e confere mais agilidade, principalmente em baixas velocidades. A Ultra Limited, como outros modelos Touring, conta com freios ABS Reflex, que evitam o travamento das

rodas e distribuem a força de frenagem.

Turismo luxuoso
As outras motos da família Touring que a Harley-Davidson comercializa no Brasil também receberam a versão de 114 polegadas cúbicas do motor Milwaukee-Eight - exceto pela Road King Classic, que manterá o motor de 107 polegadas. Ao todo, a marca vende outros cinco modelos da família no Brasil: Road King Special, Street Glide Special, Ultra Limited, Road Glide Special e Road Glide Ultra, sendo essa a única que também conta com arrefecimento líquido e praticamente a mesma capacidade de carga, embora tenha um visual controverso.

Mesmo com o maior preço entre os modelos, a partir de R$ 103.900, fica fácil entender porque a Ultra Limited ainda é uma das preferidas dos consumidores da marca, e não apenas no Brasil. A carenagem oferece boa proteção aerodinâmica, os assentos se mostram confortáveis e agora com melhor desempenho e mais conforto da central multimídia, tem tudo para continuar seu reinado nos encontros de harleyros e também na estrada.

Ficha técnica
Harley-Davidson Ultra Limited 2019
Motor: Milwaukee Eight, com dois cilindros em “V” e refrigeração líquida nos cabeçotes
Capacidade: 1.868 cm³
Câmbio: Seis velocidades
Potência máxima: Não divulgada
Torque máximo: 16,2 kgf.m a 3.000 rpm
Suspensão dianteira: Garfo telescópico
Suspensão traseira: Amortecimento bichoque com ajuste na pré-carga da mola
Freio dianteiro: Disco duplo flutuante de 300 mm com pinça fixa de quatro pistões e ABS
Freio traseiro: Disco simples de 300 mm com pinça fixa de quatro pistões e ABS
Pneu dianteiro: 130/80-17
Pneu traseiro: 180/65 - 16
Comprimento total: 2.600 mm
Entre-eixos: 1.625 mm
Altura do assento (descarregada): 740 mm
Peso (em ordem de marcha): 416 kg
Tanque de combustível: 22,7 l
Cores: Vivid Black, Wicked Red/Twisted Cherry, Industrial Gey Denim/Black Denim, Midnight Blue/Barracuda Silver, Scorched Orange/Black Denim e Silver Flux/Black Fuse
Preço: a partir de R$ 103.900 (o preço varia de acordo com a pintura)

TRIUMPH CONVOCA RECALL DE MAIS DE 12 MIL MOTOS NOS EUA

Fabricante anuncia chamado para modelos como os da linha Bonneville, que também são comercializados no Brasil

A Triumph registrou um recall no final de fevereiro na NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) que só foi divulgado agora. Quanto ao caminho para o procedimento, tudo dentro do padrão. O que chama a atenção no registro é a quantidade de motocicletas afetadas: são mais de 12 mil unidades.

O chamado atinge os modelos Bonneville T100 e T120 nas versões standard e Black, Street Scrambler, Street Twin e Street Cup. O problema detectado em algumas unidades está no cabo da embreagem, que pode entrar em contato com o chicote.

Se isso acontecer, o chicote pode ser danificado e a motocicleta sofrer uma pane elétrica - falha em lanternas e faróis, piscas, entre outros componentes. Em casos mais graves, o defeito pode levar ao desligamento involuntário do motor.

Nos Estados Unidos, os proprietários das motocicletas possivelmente afetadas serão avisados pela própria fabricante para se direcionarem a uma das concessionárias da marca para realizar os reparos. Além disso, a marca disponibiliza um telefone para contato a para que o dono da moto confira se a unidade dele está entre as atingidas pelo recall.

O MOTO.com.br entrou em contato com a Triumph do Brasil para saber se alguma unidade em solo brasileiro poderia ser afetada pelo problema. Segundo a fabricante, ainda não há informações se o motivo que originou o chamado nos Estados Unidos alcança os modelos comercializados no Brasil.

Confira as motocicletas afetadas pelo recall nos Estados Unidos:

Triumph Bonneville T100 e T100 Black (de 2017 a 2019)

Triumph Bonneville T120 e T120 Black (de 2016 a 2019)

Triumph Street Scrambler (de 2017 a 2018)

Triumph Street Cup (de 2017 a 2018)

Triumph Street Twin/Street Twin A2 (de 2016 a 2018

HONDA RACING TEVE VITÓRIA GARANTIDA COM NOVA PILOTO BRASILEIRA

Brasileiro de Enduro FIM iniciou a primeira etapa do campeonato com feitos inéditos e desafios de terreno

Com início nos dias 16 e 17 de março, o Campeonato Brasileiro de Enduro FIM teve estreia e vitória da piloto goiana Bárbara Neves (18).

A competição da etapa inicial do Brasileiro de Enduro aconteceu na cidade de Itapema-SC com as arquibancadas lotadas. O público vibrou quando os pilotos tiveram de enfrentar lama em alguns momentos por causa da chuva.

CAMPEONATO BRASILEIRO DE ENDURO FIM E AS EQUIPES
A Honda Racing da classe GP conseguiu com seu piloto, Gabriel Soares, o menor tempo da etapa. Mas o destaque vai para a goiana Bárbara Neves, que venceu na categoria EF.

Gustavo Pellin, do Enduro GP e da categoria E3, sofreu uma queda com a pista molhada, mas fez boa corrida.

Com a equipe da Edgers Racing, Júlio Ferreira garantiu a liderança na categoria E1, “...entramos no Campeonato Brasileiro com o pé direito. Estou muito satisfeito em estrear com vitória em uma nova equipe...”, disse o piloto.

Outro piloto que comentamos aqui no MOTO, é o francês Romain Dumontier da equipe Yamaha O2BH Racing, que garantiu o primeiro lugar na categoria E2 e o segundo lugar no Enduro GP.

O companheiro de equipe de Dumontier, o capixaba Patrik Capilla, venceu a EJ, categoria da qual ele é o atual campeão.

A próxima etapa do Campeonato Brasileiro e Enduro FIM será nos dias 6 e 7 de abril, na cidade de Nova Bréscia-RS.

Veja abaixo a classificação geral do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM:

1ª etapa - Itapema (SC)

Resultados Enduro GP
1 - Gustavo Pellin - 45 pontos
2 - Romain Dumontier - 40
3 - Júlio Ferreira - 40

Categoria E1
1 - Júlio Ferreira - 47 pontos
2 - Rômulo Bottrel - 47
3 - Loandro Anton - 40

Categoria E2
1 - Romain Dumontier - 47
2 - Gabriel Soares - 47
3 - Diego Colett - 40

Categoria E3
1 - Gustavo Pellin - 50
2 - Nicolás Rodriguez - 42
3 - Vinicius Calafati - 40

Categoria EJ
1 - Patrik Capila - 47
2 - Willian Lauers - 45
3 - Wasington Murillo - 42

Categoria E35
1 - Nielsen Bueno - 50
2 - Mauricio Rizzon - 42
3 - Anderson Vieira - 42

Categoria E40
1 - José Mário da Fonseca - 50
2 - Cassiano Tebaldi - 44
3 - Erasmo Klering - 38

Categoria E45 1
- Maurício Fernandes - 50
2 - Frederico Garcia - 44
3 - Adenilson Schmitt - 36

Categoria E50
1 - Marcos Benvenutti - 47
2 - José Antônio Cadima - 40
3 - Daniel dos Reis - 39

Categoria EF
1 - Bárbara Neves - 50
2 - Tainá Aguiar - 42
3 - Beatriz Miozzo - 22

Categoria E4 230
1 - Flávio Volpi - 47
2 - Fernando Pereira - 47
3 – Ewerson Araújo - 40

Categoria EA
1 - Juliano Wilgen - 50
2 - Felipe Schwantz - 42
3 – Diego Schneider - 40

Categorias Kids Youth
1 - Leonardo Kauffmann
2 - Vinícius Aguilar
3 - Bruno Massa

Juvenil
1 - Frederico Mediote Rangel
2 - Bruno Tennut
3 - Danilo Sfalsim

Cadete
1 - Miguel Margon
2 - Estevão Mediote Rangel
3 - Fernando Almeida

Infantil
1 - Theo Cravo
2 - Pedro Henrique
3 - Arthur ​


PRODUÇÃO DE MOTOS PASSA DE 100 MIL UNIDADES EM FEVEREIRO

Segundo números divulgados pela Abraciclo, primeiro bimestre de 2019 apresentou crescimento de 12,3% em relação ao mesmo período de 2018

O primeiro bimestre de 2019 tem saldo positivo para a produção de motocicletas no Brasil, em especial no mês de fevereiro. Segundo os dados divulgados pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), foram produzidas 101.243 mil motos no Polo Industrial de Manaus no segundo mês de 2019.

Esse número representa alta de 21,1% em relação ao mesmo mês do ano passado. Quando analisados os dois primeiros meses do ano, o resultado também é de alta: foram produzidas 185.249 mil unidades no primiero bimestre de 2019, 12,3% a mais do que em janeiro e fevereiro de 2018.

Para Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, os resultados reforçam a expectativa de crescimento do setor, projetada para 4,2% ao final do ano. “Os números do primeiro bimestre comprovam a retomada do crescimento do mercado de duas rodas. Hoje o consumidor sente-se mais seguro em investir na compra de um bem de maior valor agregado. Essa confiança está baseada num cenário econômico mais favorável, marcado pela redução nas taxas de juros e dos índices de inflação”, disse.

Aumento nos emplacamentos; scooters seguem crescendo

A Abraciclo também apresentou números de emplacamentos, levantados pelo Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). Em fevereiro, foram emplacadas 84.150 motos, alta de 33,6% sobre os números de fevereiro de 2018. No bimestre, o volume cresceu 24,9%.

O segmento de scooters, que cresce significativamente no Brasil, mantém o momento positivo. Ainda que os emplacamentos tenham sido menores em fevereiro do que em janeiro - 6.085 contra 6.655 unidades - o resultado, quando comparado ao mesmo mês de 2018, é 14,5% superior. No bimestre, foram emplacados 12.740 scooters, 13,9% a mais do que nos dois primeiros meses de 2018.

(Fonte: Por Gabriel Carvalho ) - 19/03/2019
ESPECIAL: DICAS PARA COMPRAR UMA HARLEY USADA POR MENOS DE R$ 20 MIL

Quem chega de Harley-Davidson a algum lugar sempre chama atenção. Mesmo quem não entende (ou não gosta) de motos, aprecia os cromados e o som imponente do lendário motor de dois cilindros em “V”. Para desfrutar desse status basta ter R$ 20 mil na conta bancária e procurar um bom exemplar da Sportster 883, abaixo do modelo 2008. Mas, antes de fazer o cheque, veja os problemas comuns e os desafios de ser proprietário de uma Harley usada.

Existem muitas versões da Sportster 883, porém abaixo de R$ 20 mil, você encontrará em sua maioria a esportiva XL 883R ou o modelo Standard. A grande mudança na 883 aconteceu em 2006, quando a moto ganhou injeção eletrônica.

Conversamos com o mecânico André Pastor, da Vitória Moto Peças, oficina especializada em Harley-Davidson na capital paulista. André, também conhecido como “Cabelo”, lembra que, embora as versões carburadas sejam mais tradicionais e em alguns casos até mais valorizadas, no dia a dia o carburador precisa de constantes regulagens. “O carburador não se acostuma a nossa gasolina misturada com álcool e os problemas são constantes”, afirma o profissional. Por isso, a versão injetada dá menos manutenção e ainda economiza gasolina.

André também destaca um problema crônico nos rolamentos de rodas. “Muitas vezes na hora de trocar o pneu ou consertar um furo, o retentor não é colocado novamente. O resultado é que o rolamento perde a graxa, fica sujo e se desgasta. “Não deve haver folga lateral na roda ou barulho de rolamento, se for o caso é preciso substituir a peça”. A troca fica em torno de R$ 400 e, se for um modelo com freios ABS, o valor estimado é de R$ 700.

O mesmo cuidado deve ser dedicado à correria dentada de transmissão final. A durabilidade é superior a 100 mil km, mas é preciso conferir o estado dos ressaltos (dentes) que fazem o encaixe nas polias. “Se o dono rodou na terra e uma pedra se alojou na correia ela poderá estar danificada”. Trocar uma correia custa caro: em torno de R$ 3.000.

Manutenção cara
O custo de manutenção é um fator a ser levado em conta antes de comprar uma Harley usada. Um simples manete, por exemplo, supera os R$ 500, enquanto o disco de freio chega a R$ 1.800 (veja tabela de preços).

Na busca de diminuir o custo de manutenção, muitos donos de Sportster usam peças de carros na hora do conserto. Um exemplo é a cebolinha do freio, que pode ser substituída pela do Fusca. Se houver problema com a bomba de combustível é possível usar o refil da bomba do Chevrolet Corsa.

Mas, se os custos de manutenção não te assustam saiba que, além do status, a Harley-Davidson 883 também oferece uma boa aceleração que permite ultrapassagens seguras. Seu motor Evolution, com dois cilindros em V a 45º e refrigerado a ar atinge a potência máxima de 51 cv, mas o destaque fica para o torque máximo de 7 kgf.m a 4.000 giros. Graças ao câmbio de cinco marchas é possível uma tocada tranquila em viagens curtas. Seu tanque de combustível tem capacidade para 12,5 litros o que restringe a autonomia.

Mesmo que você se empolgue e ache uma moto em ótimas condições, não deixe de pedir a opinião de um profissional. Em resumo, a Harley 883 (assim como todos os outros modelos da marca) não é moto para principiantes. Ou você tem um bom dinheiro e um profissional de confiança para mandar fazer a revisão periódica sem se preocupar com os gastos, ou tem conhecimento mecânico para fazer a manutenção em casa. Caso contrário poderá ter mais tristezas do que alegrias e sua Harley poderá ficar mais tempo parada na garagem do que desfilando com você.

Preços das peças de reposição
Pesquisamos os preços de peças de reposição originais e algumas sugestões de peças paralelas. Confira os valores
Manete de freio R$ 370
Manete de embreagem R$ 380
Manete de freio e embreagem cromado (paralelo, marca Drag Specialties) R$ 380,00 o par
Filtro de ar R$ 350
Filtro de ar K&N lavável R$ 520
Filtro de óleo (marca Hiflo) R$ 70
Disco de Freio (dianteiro) R$ 1.800 cada
Disco de Freio paralelo (dianteiro) R$ 950 cada
Pisca dianteiro R$ 490
Cabo de acelerador A e B (paralelo) R$ 598
Pneu Dianteiro Metzeler ME 888 R$ 490
Pneu Traseiro Metzeler ME 888 R$ 680

(Fonte: Agência Infomoto) - 02/01/2019
Listando: 5 de 1105

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.